Rondônia, - 05:41

 

Você está no caderno - Mundo
Economia
Rússia prolonga embargo a alimentos ocidentais até ao fim de 2021
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, prolongou este sábado até ao final de 2021 o embargo alimentar imposto em resposta às sanções adotadas pela União Europeia...
Publicado Sábado, 21 de Novembro de 2020, às 10:12 | Fonte EFE/ Portugal 0

 
 

EFE/YURI KOCHETKOV

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, prolongou este sábado até ao final de 2021 o embargo alimentar imposto em resposta às sanções adotadas pela União Europeia, Estados Unidos e outros países sobre o papel de Moscovo no conflito na Ucrânia.

O decreto presidencial ordena o prolongamento do que chamou de "medidas económicas especiais" para garantir a segurança do país até 31 de dezembro do próximo ano.

Dessa forma, Putin mantém a proibição de importação de alimentos de países que sancionaram funcionários do seu alto escalão, bancos, empresas e companhias petrolíferas após a anexação da Crimeia pela Rússia e a guerra que explodiu em Donbas, no leste da Ucrânia.

A primeira vez que a Rússia impôs esse embargo alimentar, que se estende anualmente, foi em agosto de 2014 contra a UE, os EUA, a Austrália, a Noruega e o Canadá, ao qual Albânia, Montenegro, Islândia e Liechtenstein seriam incluídos em 2015. Um ano depois, foi a vez de a própria Ucrânia entrar na lista.

Além da carne e de produtos lácteos, peixe, legumes e frutas, Moscovo acrescentou porcos vivos e vários subprodutos e gorduras animais em 2017.

Além disso, Putin ordenou posteriormente que todos os produtos perecíveis ocidentais que entrassem ilegalmente no mercado russo fossem destruídos.

O presidente da Rússia estendeu o embargo horas antes de participar na cúpula do G20 - grupo de economias desenvolvidas e emergentes - onde enfatizará a necessidade de esforços comuns para combater a covid-19 e o seu impacto sobre a economia global.

Putin advertiu esta semana que dezenas de milhões de pessoas podem vir a ser colocadas nas ruas por causa da crise sanitária, que no caso da Rússia, entre outros fatores, fez com que a economia se retraísse em 3,6% nos primeiros dez meses do ano.

A UE, que não reconhece a anexação da Rússia à Crimeia, condiciona o fim das sanções económicas à plena implementação dos Acordos de Minsk para a resolução do conflito em Donbas entre Kiev e os separatistas pró-russos.

Enquanto isso, Putin admitiu que o embargo é de fato uma medida protecionista destinada a proteger o mercado agroalimentar russo, que é incapaz de competir com as exportações ocidentais. Muitos produtores russos estão interessados em prolongar o fecho ao Ocidente o máximo de tempo possível.







Veja também em Mundo


Portugal impõe mais restrições para travar aumento ''preocupante'' de casos de covid
O primeiro-ministro de Portugal, António Costa, anunciou este sábado as novas restrições que vão entrar em vigor a partir do próximo 24 de novembro......


Aeroportos espanhóis preparam-se para exigir PCR e realizar testes de antigénio
Os aeroportos espanhóis preparam-se para exigir, a partir desta segunda-feira, um teste PCR negativo realizado nas 72 horas anteriores à chegada ao país a passageiros procedentes de países considerados de risco...


Casos de covid aumentaram em quatro semanas o mesmo que nos primeiros seis meses de pandemia
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanomm Ghebreyesus, afirmou que foram notificados mais casos de contágio de coronavírus nas últimas quatros semanas do que nos seis meses iniciais da pandemia ...


Governo francês teme receio da população às vacinas
O primeiro-ministro francês, Jean Castex, considera que é preciso ser prudente quanto à perspectiva de vacinas contra o coronavírus...

 




 
Pub
 
 
 
EMRONDONIA.COM

Tereré News