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Bem cotados a prefeito em Porto Velho + Nos idos da colonização + O manejo + As costuras
Fazer campanha eleitoral nos idos da colonização rondoniense, nas décadas de 60,70 e 80 era uma tarefa inglória para a oposição.
Publicado Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, às 09:00 | Fonte Carlos Sperança 0

 
 

Nos idos da colonização

Fazer campanha eleitoral nos idos da colonização rondoniense,  nas décadas de 60,70 e 80 era uma tarefa inglória para a oposição. Que diga o falecido deputado federal (depois governador) Jerônimo Santana (MDB), com seus comícios sabotados pelos caciques regionais. Em Pimenta  Bueno, por exemplo, o ex-prefeito que foi também deputado estadual, Vicente Homem Sobrinho (já falecido também) jogava bruto com os adversários: pedradas, ovos podre, desligamento da energia  de palanques durante os discursos dos opositores.

Ainda na década de 80 as coisas eram feias. Lembro que o então deputado federal Mauricio Calixto foi fazer comício em Ji-Paraná e foi expulso por adversários locais, um deles armado com uma espingarda. O que dizer do voluntarioso Ernandes Amorim, em Ariquemes, que surrava até radialistas desafetos em pleno ar?

Se nos idos do território as coisas eram terríveis e a cada derrota de um grupo político, os derrotados   eram perseguidos e punidos com o desterro para a  então distante Costa Marques. E ainda em meados de Rondônia estado quem estava no poder maltratava aqueles funcionários considerados oposicionistas.

Com o tempo passando as coisas foram se amenizando, pois, muitos rondonienses oposicionistas eram obrigados até mudar de Porto Velho tamanha era a perseguição política.

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Bem cotados

Os partidos ainda sem candidatos a prefeito em Porto Velho poderiam voltar seus olhos a lideranças  bem cotadas e com identidade com a população, ao invés de lançar tantos  políticos pilantras e mal-intencionados que proliferam nestas bandas. Alex Palitot, Vanderlei Oriani, Ranieri Coelho, Joelna Houder, e Marcelo Tomé tem credibilidade, são pitocos e  têm tudo para crescer politicamente nos próximos anos. Desenvolvem ações expressivas na comunidade.

A madeirabrás

Em meio a uma nova crise, que mistura economia (recessão mundial) com saúde (coronavírus em alta) e energia (o petróleo novamente em xeque), bioengenheiros e economistas da Universidade de Leuven (Bélgica) sugerem a viabilidade de substituir o petróleo pela madeira na indústria química.Em tempos de hegemonia liberal desestatizante, não consta que alguém tenha pensado em criar a “Madeirabrás”, mas há ótimos projetos de reflorestamento que atendem às expectativas de recuperação até rápida de áreas degradadas.

A substituição

A questão imediata suscitada pela pesquisa belga é se a substituição do petróleo pela madeira seria ambiental e economicamente viável e correta. Sem essas duas condições, propor a substituição já seria um disparate, a depender das conclusões obtidas com o aprofundamento dos estudos. O petróleo é usado amplamente por ser barato. Cortar madeira já custa caro e não há quem goste disso, a não ser quem ganha dinheiro derrubando.

O manejo

 Os cientistas, porém, acenam com cálculos que mostram ser viável economicamente uma biorrefinaria para converter madeira em blocos de construção químicos. Viável é, mas há que discutir se o ponto de partida é o manejo florestal para extrair a madeira de forma sustentável. Proteger a biodiversidade promovendo a sustentabilidade começaria a realizar o sonho ainda remoto de abrir uma fábrica de dinheiro.

As costuras

 Com apoio do senador Marcos Rogério  (DEM) e do ex-senador Expedito Junior (PSDB), o deputado estadual Laerte Gomes (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Estado já costura alianças para se eleger prefeito em Ji-Paraná na eleição de outubro. Vai enfrentar o projeto de reeleição bem armado do atual prefeito Marcito Pinto (PDT) que deverá contar com o respaldo do PSB e de  legendas alinhadas. Outros nomes também estão em avaliação, numa disputa renhida na capital da BR.







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