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Um cenário caótico
Um cenário caótico + Dinheiro na praça + A Era Raupp + Mais ilusões
As chuvas que desabaram em Porto Velho no meio de semana comprovaram mais uma vez um cenário caótico no inverno amazônico.
Publicado Sábado, 22 de Fevereiro de 2020, às 09:49 | Fonte Gente de Opinião 0

 
 

 

As chuvas que desabaram em Porto Velho no meio de semana comprovaram mais uma vez um cenário caótico no inverno amazônico. As galerias de águas fluviais, que também recebem toda a carga de esgoto da população, estouraram e até na região central onde foi implantada a macrodrenagem ainda nas gestões passadas, a coisa fedeu. Fedeu com as fezes pululando nas ruas e avenidas, incontroláveis num panorama que só tem piorado ano a ano.

Durante a semana o prefeito Hildon Chaves fez um apelo à população para não ligar o esgoto das fossas domiciliares as galerias fluviais num verdadeiro puxão de orelhas. Mas como evitar? Mais de 90 por cento da população da capital não conta com coleta de esgoto. E como famílias de baixa renda terão condições de construir fossas assépticas e retirar este material de quando em quando em caminhões? O apelo foi justo, no entanto só mascara uma realidade. Também na gestão Hildon Chaves a questão do esgotamento sanitário não prosperou.

 A grande verdade é que o impasse do esgoto não será solucionado ainda nesta gestão e quiçá nas próximas. Seguidas gestões foram omissas no quesito. As nossas galerias fluviais estão ultrapassadas e seriam necessários recursos de milhões para acertar as coisas. O falecido prefeito Chiquilito Erse já dizia que para atender as demandas de infraestrutura, pavimentação, regularização fundiária, água, esgoto seriam necessárias pelo menos três boas administrações seguidas. Não foi o caso - e tampouco nova rodoviária acabou saindo.

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Dinheiro na praça

Os aposentados do Iperon receberam seus trocados ainda na quarta-feira e os 13 mil servidores da prefeitura de Porto Velho terão depositados seus salários nesta sexta-feira. Com isto, o comércio lojista começa a respirar pois as queixas do movimento fraco em janeiro e neste mês de fevereiro foram grandes em termos de retração. Com tanta conta para pagar no início do ano desde IPVA, matrículas nos colégios, material escolar, IPTU, energia cara, o portovelhense esteve retraído nas compras, exceto no que se refere aos supermercados.

Apagando o fogo

 Durante sua recente passagem por Manaus, o general Mourão, vice-presidente da República apagou fogo com gasolina na peleja com os governadores da região. Segundo Mourão, o Conselho de Representantes da Amazônia, sob o comando dos governadores nunca funcionou e por isto o presidente Jair Bolsonaro foi obrigado a intervir e os mandatários não gostaram do recado do Palácio do Planalto por ficarem de fora das decisões sobre a Amazônia.

A Era Raupp

Será o fim da Era Raupp em Rondônia? O ex-senador Valdir Raupp tubulou gloriosamente de vez ao ser denunciado pela justiça na Operação Lava Jato pelo recebimento de propinas milionárias e lavagem de dinheiro. Com  isto, a recuperação  do casal Raupp na política em 2022 ficou mais difícil ainda. A torcida agora do casal é a eleição de Leo Moraes a prefeitura de Porto Velho para que a ex-deputada federal Marinha, como suplente, recupere  cadeira na Câmara dos Deputados

Novo comando

Com  o fim da era Raupp e Tomás Correia no MDB, o grupo político do senador Confúcio Moura e do deputado federal Lucio Mosquini tomaram conta do pedaço e dos recursos do fundo partidário em Rondônia. A ala Raupp sacrificada na convenção de 2018 continua ferida e magoada, já que tanto o então senador Valdir Raupp como sua esposa a deputada federal Marinha Raupp acabaram derrotados depois de quase 30 anos de vida pública. Unificar o MDB será um desafio.

Mais ilusões

 Com o fim das ilusões sobre a construção da ponte binacional no Rio Mamoré em Guajará Mirim, agora surge a expectativa sobre a construção   de duas usinas hidrelétricas em território boliviano irradiando um baita crescimento da fronteira, polarizada pela Pérola do Mamoré. No entanto, fala-se na construção de novas hidrelétricas, mas até as licenças ambientais da Usina de Tabajara em Machadinho do Oeste seguem emperradas causando desanimo no Vale do Jamari.

 







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