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Polícia suíça acredita ter identificado dois espiões russo em Davos
Os dois homens - que apresentaram passaportes diplomáticos - diziam ser canalizadores de férias, mas o longo período em que se mantiveram num resort de luxo levantou suspeitas
Publicado Terça-Feira, 21 de Janeiro de 2020, às 16:42 | Fonte MAFALDA GANHÃO 0

 
 

ATHANASIOS GIOUMPASIS/GETTY

Dois cidadãos russos foram identificados em agosto pela polícia do cantão suíço de Grisões, acreditando as autoridades que se tratavam de espiões ao serviço do Kremlin com a missão de vigiar a reunião anual do Fórum Económico Mundial (FEM), em Davos.

Os dois homens, que apresentaram passaportes diplomáticos, apresentavam-se como canalizadores em gozo de férias, mas acabou por levantar suspeitas o seu longo período de permanência num resort de luxo.

O caso foi revelado pelo jornal “Tages-Anzeigner”, que adianta não terem sido encontradas provas para justificar a detenção dos indivíduos. Ambos deixaram entretanto o país, enquanto um porta-voz do ministério russo dos Assuntos Exteriores garantiu que Moscovo nada tem a ver com o sucedido.

Apesar disso, a polícia está convicta de estar em causa uma rede de espionagem. Nenhum dos homens estava registado na embaixada russa na Suiça, sublinham as autoridades, que lembram também que “apenas altos funcionários têm acesso a passaportes diplomáticos, não simples trabalhadores”.

A hipótese mais provável, adiantam, é a de os homens estarem a tentar montar equipamento de vigilância em pontos estratégicos de Davos, de modo a espiar as conversas mantidas por alguns dos principais líderes mundiais presentes no FEM.







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