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Revisando a história da história do Acre e Rondônia + Lenha na Fogueira
Ontem a Banda do Vai Quem Quer abriu a comemoração dos seus 40 anos, desfilando pelas ruas de Porto Velho sempre às tarde de sábado de carnaval
Publicado Segunda-Feira, 2 de Dezembro de 2019, às 09:19 | Fonte Sílvio Santos 0

 
 

Divulgação/ Internet

Lenha na Fogueira

Ontem a Banda do Vai Quem Quer abriu a comemoração dos seus 40 anos, desfilando pelas ruas de Porto Velho sempre às tarde de sábado de carnaval.

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A abertura da comemoração aconteceu durante feijoada servida no Clube da OAB onde se apresentou o cantor Silvinho Santos, Louro Rodrigues e Banda e a Banda Gata Forrozeira.

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As dependências da OAB estavam literalmente lotadas o que prova, o quanto a Banda é querida. Três jovens desfilaram Denise, Fernanda e Jaqueline,  como candidatas a Musa da Banda em 2020, além da apresentação especial da Musa das Musas Dulce Silva que se apresentou ao som do samba “Bole Bole” levando os presentes, principalmente os do sexo masculino, a loucura com sua sensualidade.

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A presidente Siça Andrade anunciou que a programação dos 40 anos da Banda, acontecerá até o desfile do dia 22 de fevereiro. “Serão sete eventos especiais, nos quais vamos exaltar cada década da existência do nosso bloco”, disse a presidente.

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A festa de abertura começou às 11 horas da manhã e só terminou por volta das 22 horas. “Essa Banda é realmente o melhor bloco de Porto Velho”, disse animado o pai do deputado Eyder Brasil senhor Maranhão que não parava de dançar.

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Outra festa que reuniu bastante gente foi à abertura do Natal Porto de Luz que aconteceu na noite de sexta feira 29, no Espaço Alternativo.

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Foi um momento mágico para centenas de crianças presentes no Espaço Alternativo principalmente na hora da chegada do Papai Noel.

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Para marcar a abertura do “Natal Porto de Luz”, as luzes da passarela que foi decorada para o período, foram acesas por um dispositivo acionado pelo prefeito.

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A noite foi marcada ainda por várias apresentações envolvendo alunos das escolas municipais de música e da Escola Municipal Bilíngue de Porto Velho, além do Ballet Funcultural, Orquestra de Metais Instrumental Casa Versátil e da Mapo - Madeira Popular Orquestra. “Sempre no Natal todos nós passamos por um momento de reflexão aonde chegamos à conclusão de que o mais importante é pregarmos a união e o amor. E é por isso que estamos aqui, para juntos celebrarmos esse momento tão especial”, disse o prefeito.

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A programação cultural continuou a boca da noite de ontem sábado 30, com o Coral da Igreja Assembleia de Deus, seguido da Banda da 17ª Brigada de Infantaria de Selva e apresentação do Ministério de Dança Corpo de Cristo.

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É isso aí, o momento é de nos concentrarmos nas festas natalinas, buscar a paz para nossos corações e fazer o bem sem olhar a quem. Enfim é Natal!

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Por falar nisso uma empresa que está operando em Porto Velho há poucos meses e não está bem na foto com a população, por estar agredindo o bolso do concumidor, com seus preços considerados exorbitantes.

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Talvez na tentativas de fazer as pazes com a população, contratou uma empresa especializada em decoração de natalina, para iluminar a Praça das Caixas D’água. Tive acesso ao Projeto de como será feita a iluminação da Praça das Caixas D’água e posso garantir que é muito bonita.

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O responsável pela empresa contratada para iluminar a praça me encontrou sexta feira e disse que a prefeitura não autorizou a instalação da iluminação na Praças das Caixas D’água. Na hora que a prefeitura autorizar, montaremos toda a estrutura em no máximo dois dias, disse o responsável pela iluminação.

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Se tudo tivesse corrido como o programado,  a iluminação da Praça das Caixas D’água seria acionada na noite deste 1º de dezembro.

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Agora é ficar esperando o Dia Sete chegar, para participar da festa pelo Dia Nacional do Samba, cuja data oficial, é amanhã dia 2 de dezembro. Fui!

TRATADO DE PETRÓPOLIS

Revisando a história da história do Acre e Rondônia 

Na manhã da última quarta feira 27, o auditório da Escola do Legislativo de Rondônia que conta em sua diretoria com a administração do jovem Fábio Ribeiro, recebeu os historiadores Anísio Gorayeb - Anisinho; professor Celio Leandro da Silva e o escritor Francisco Matias e jornalista Lucio Albuquerque - Mediador. Para discutir sobre o Painel “O Tratado de Petrópolis, firmado em 17 de novembro de 1903 em Petrópolis que 116 anos”.  O Tratado de Petrópolis formalizou a permuta de territórios entre Brasil e Bolívia — uma faixa de terra entre os rios Madeira, o rio Abunã do Brasil para a Bolívia — e o território do atual Acre da Bolívia para o Brasil.

Quem abriu o Painel foi o professor Celio Leandro do colégio Major Guapindaia que começou sua explanação lembrando: “O Tratado de Petrópolis é da maior relevância, não somente para a região, mas para a história do Brasil”. A palestra do professor Célio foi sobre “Barão do Rio Branco, sua importância para o interesse nacional”. Foi Rio Branco quem conseguiu negociar a conquista de parte do Rio Grande do Sul e do Amapá. Rio Branco tratou e formatou a compra do Acre da Bolívia pelo Brasil. O Estado de Rondônia foi favorecido com o tratado e pela compra do Acre da Bolívia, que originou a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré ligando Guajará-Mirim até Porto Santo Antônio, que originou Porto Velho. 

O segundo tema discutido foi:  “O Tratado de Petrópolis, motivos e a importância da Guerra do Acre para sua construção”,  defendido pelo economista escritor e jornalista Anísio Gorayeb - Anisinho. Na realidade Anisinho discorreu sobre as três tentativas dos brasileiros em conquistar as terras acrianas que pertenciam à Bolívia. “Essas batalhas tinham como principal objetivo o domínio dos seringais produtores do Látex que transformados em pelas de borracha eram comercializadas nos Estados Unidos que as transformava em peças automotivas já que o veiculo carro movido à propulsão motora acabara de ser inventado e precisa de pneus, câmaras e outros componentes para ser fabricado, daí a importância da borracha para o mundo”.

A República do Acre foi proclamada três vezes, a primeira pelo espanhol Luís Gálvez Rodrigues Arias em julho de 1899. A segunda foi proclamada em novembro de 1900 tendo o brasileiro Rodrigo de Carvalho assumido como presidente, porém, em dezembro do mesmo ano (Véspera de Natal), os bolivianos dominaram de novo a província.

A Terceira República Acriana foi proclamada pelo “miliciano” Plácido de Castro em 1903, que invadiu a cidade de Xapuri e rendeu os soldados bolivianos e com isso entrou para história do Brasil como Herói.

TRATADO DE PETRÓPOLIS – REVISÃO HISTÓRICA

No próximo dia 20 deste mês de dezembro, o historiador professor Francisco Matias vai promover o lançamento do Livro “O Tratado de Petrópolis” cujo conteúdo esclarece ou atualiza fatos, que até então eram desconhecidos por exemplo: Matias em suas pesquisas descobriu que o Brasil Jamais entrou em conflito armado com a Bolívia. “Não morreu nenhum boliviano e nenhum brasileiro, até porque, a tão falada guerra entre Brasil e Bolívia nunca aconteceu”, garante Matias explicando, o conflito armado se deu com os Peruanos. Acontece que o Brasil negociou através do Tratado de Petrópolis diplomaticamente com a Bolívia, a parte das terras pertencente ao Acre que o Brasil almejava e foi paga em Libra Esterlina e foi muito cara, porém nessa área também existiam terras pertencentes ao Peru e isso não foi negociado, daí o governo Peruano enviou suas tropas para defender seu legado o que provocou a “Guerra do Acre”.

 “Para se fazer idea da posse peruana, à área do nosso Distrito de Calama e do município de Humaitá no Amazonas pertencia ao Peru”, explica Francisco Matias e lembra: “Onde você pisar em terras que hoje formam o estado de Rondônia você está pisando num seringal”.

Tem mais, os termos ou acordos firmados entre Brasil e Bolívia com a assinatura do Tratado de Petrópolis até hoje continuam em plena execução. Exemplo: A Ponte do Abunã, a Ponte sobre o Rio Madeira aqui em Frente a Porto Velho tudo faz parte do Tratado. Apesar do Brasil ter pago à Bolivia o valor de US$ 2.8 bilhões o conflito ainda não terminou querem ver: O Peru até hoje reclama a posse de Humaitá (AM).

No livro do Matias você vai encontrar os tópicos: A Ferrovia Madeira-Mamoré nunca foi boliviana, mas sim americana. Em 1914 passou a ser inglesa e canadense. 

Assim que Matias terminou sua explanação, o mediador Lúcio Albuquerque passou a transmitir as perguntas enviadas pelos alunos da Escola do Legislativo, Major Guapindaia e plateia presente aos palestrantes. O encontro terminou com o Coffee Break. e uma reunião entre os palestrantes e alguns convidados, na sala do Diretor da EL Fabio Ribeiro. 







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