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Feijoada abre comemoração dos 40 anos da Banda do Vai Quem Quer + Lenha na Fogueira
Na última quarta feira 26, os alunos de Letras Português da Unir promoveram um curso sobre a leitura de literatura produzida por mulheres negras e indígenas com o título...
Publicado Sábado, 30 de Novembro de 2019, às 10:29 | Fonte Sílvio Santos 0

 
 

Divulgação/ Internet

Lenha na Fogueira

Na última quarta feira 26, os alunos de Letras Português da Unir promoveram um curso sobre a leitura de literatura produzida por mulheres negras e indígenas com o título: “A escrita feminina em Porto Velho”.

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Muito bacana a iniciativa dos acadêmicos da nossa UNIR que contaram com a parceria de dois Projetos de Extensão: “Ensino de Línguas e Literaturas” sob a coordenação da professora Drª Ana Maria Aguilar e o Projeto “Lendo Mulheres Negras e Indígenas” nas Escolas de Porto Velho, coordenado por Patrícia Pereira e Beatriz Lima.

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Outra iniciativa que merece elogios, foi a desencadeada hoje pelos órgãos de segurança no complexo habitacional, “Orgulho do Madeira”. Já era tempo do poder publico tomar alguma decisão sobre a falta de segurança naquele Conjunto. Parabéns a todos  que participaram da Operação.

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Aliás, acompanhando o noticiário sobre nossa cidade município Porto Velho, fiquei estarrecido com a falta de responsabilidade de nossas autoridades no que diz respeito a nossa população.

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Temos o caso do transporte escolar o “calo seco” do prefeito da capital; Outro problema que teima em não ser resolvido, é a tal de Revitalização do Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.

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O Banzeiro do Madeirão já havia avisado aos “Engenheiros” de plantão, que o tal “Enrocamento” das BARRACANCAS da sua margem direita, não tinha como dar certo e mesmo assim, os “entendidos” teimaram em repetir, o que não havia dado certo no bairro Triângulo há poucos anos.

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Porto Velho é sinônimo de obras que não andam ou não tem solução, exemplo: A estrada do Belmonte que só é lembrada quando começa a temporada de chuva e o lamaçal impede o trânsito, ou então quando o Rio Madeira Começa a secar e leva o barranco com o fenômeno conhecido como “Terra Caída”.

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Aquela obra da avenida Mamoré perto da Inocêncio, é um transtorno para os moradores daquela área e em especial, para os estudantes de um faculdade particular que fica nas imediações e até atrapalha o faturamento dos vários Motéis que existem na área.

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Lembra o Teatro Palácio das Artes – Rondônia. Quando foi que aconteceu a última atividade ali. Acho que faz mais de ano que os produtores culturais aguardam o REPARO que deve ser feito na instalação de UMA VARA que segura as Cortinas. A Vara caiu ou quebrou e nunca mais se soube notícia se estão providenciando ou já providenciaram sua substituição.

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A VARA do Teatro está quebrada, mas, a conta de luz não para de chegar, pois a dita VARA não precisa de iluminação, mas, o prédio como um todo precisa e é o dia todo, todo dia. Quem é o responsável pela administração do Teatro! A Sejucel ou a Seduc?

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O prédio do Antigo Sated na 7 de Setembro em frente ao Ferroviário  está fechado para reforma faz tempo. Tiraram um bocado de entidades que funcionavam nele e nada fizeram. Por quanto tempo ainda vai ficar fechado?

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O Espaço Alternativo uma das obras mais bonitas do governo Confúcio Moura está entrega a marginalidade. Ninguém sabe quem é o responsável pela sua manutenção. O governo até hoje não o inaugurou em sua plenitude e assim sendo, também não passou a administração para a prefeitura, daí, quem comanda são os ambulantes que não precisam pagar nada para armar a barraca e ainda transformam do ambiente, num verdadeiro Mercado Persa.

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Após determinada hora da noite, quem toma conta da pista são os usuários de drogas, inclusive utilizam muita bebida alcóolica. Muitos aparelhos estão quebrados. É uma vergonha a falta de respeito das nossas autoridades para com o espaço.

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Depois disso tudo, só indo degustar a Feijoada da Banda do Vai Quem Quer na OAB e a noite, assistir a peça “A Borracheira” lá no Tapiri do Chicão Santos!

Feijoada abre comemoração dos 40 anos da Banda do Vai Quem Quer – na OAB 

A direção do maior bloco carnavalesco da Região Norte a Banda do Vai Quem Quer, abre as comemorações relativas aos 40 anos de sua existência, na manhã deste sábado dia 30, a partir das 11 horas.

A programação começa às 11 horas com a Feijoada que será servida aos que adquiriram convites. “Na oportunidade vamos apresentar as candidatas a Musa da Banda para o carnaval de 2020 num show muito bem elaborada pela nossa equipe de produção que contará com a participação especial da Musa Dulce Silva. Seis candidatas vão desfilar mostrando a beleza e a sensualidade característica das Musas da Banda”, disse a presidente Siça Andrade.

Durante a feijoada o cantor/compositor Silvinho Santos que também é o diretor musical da Banda, vai apresentar repertório diversificado com muita MBP, Marchinhas da Banda, Forró, Música Sertaneja e a MPB-BERA.

As 15 horas que sobre ao palco é o músico Louro e banda que vai apresentar muito samba, pagode e axé. Quando a noite chegar quem vai tomar conta do palco da OAB é o maestro Andrezinho e a Banda Gata Forrozeira. “Nossa intensão é só terminar a festa, por volta das dez horas da noite”, disse Siça.

A Banda do Vai Quem Quer foi criada em janeiro do ano de 1981, por uma série de carnavalescos liderados pelo General Manelão. “Portanto, em 2020 vamos completar 40 anos de desfilando no carnaval de Porto Velho. O fundador Silvio Santos lembra que muita gente confunde o número de desfiles com o número de anos de existência. “Acontece que o primeiro desfile da Banda foi no carnaval de 1981, precisamente no dia 28 de fevereiro daquele ano, isso quer dizer, que vamos completar 40 anos de desfile e não de idade”. eis a diferença”, explica Sílvio.

Na portaria da OAB a equipe da Banda estará vendendo convite para a Feijoada. “As camisetas foram vendidas a parte e já acabaram”. O interessado apenas em curtir os shows musicais paga apenas R$ 10 pelo ingresso, que pode ser adquirido na portaria do Clube da OAB a partir do meio dia, a rua Rio de Janeiro em Porto Velho.

Frente Parlamentar em Defesa da Cultura é lançada durante congresso em Brasília 

Profissionais da cadeia de eventos de todo o país estiveram reunidos na capital federal, nos dias 26 e 27 de novembro, para a quarta edição do Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos; debates sobre o ECAD, a meia-entrada e o reconhecimento da profissão de produtor de eventos foram os destaques a pauta do encontro, que marca o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Cultura e do Entretenimento

Uma data histórica para o setor de eventos no Brasil. Assim pode ser definido 27 de novembro de 2019, dia em que foi lançada a Frente Parlamentar em Defesa da Cultura e do Entretenimento. A solenidade, realizada durante o IV Congresso dos Promotores de Eventos, em Brasília, reuniu produtores de eventos de todo o país e quase 30 autoridades políticas.

As atividades do segundo dia do Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos foram iniciadas com a presença de importantes nomes da política e turismo do país, como, o Ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antonio, Senador Rodrigo Pacheco, Presidente da ABIH Nacional, Manoel Linhares, Presidente da Embratur, Gilson Machado, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Cultura e do Entretenimento, deputado federal Felipe Carreras (PSB) e outras importantes figuras políticas atuantes em Brasília.

De acordo com o deputado federal Felipe Carreras (PSB), a Frente foi lançada com o objetivo de criar uma maior representatividade dentro do Congresso Nacional para os profissionais que atuam na cadeia de eventos. "É na Câmara de deputados que grandes temas do Brasil são discutidos e leis são elaboradas. Eu acho que com essa frente a gente aproxima a casa do povo brasileiro a esse importante setor para e economia do país que é o setor de entretenimento. É um passo importante. Pretendemos pautar desafios históricos e fazer com que nós venhamos a ter conquistas através de leis que venham proteger e incentivar o setor, para gerar mais empregos e mais renda. Que possamos fazer mais eventos e levar mais alegrias para o povo brasileiro", explicou o parlamentar.

Duas demandas foram apontadas como prioritárias pelo deputado para serem tratadas pela Frente Parlamentar. A primeira é sobre o reconhecimento da profissão de produtor de eventos e a segunda sobre o tão polêmico e questionado método de cobrança do ECAD, que devem entrar em pauta em breve no Congresso Nacional.

O presidente da ABRAPE, Carlos Alberto Xaulim, comemora esta aproximação do setor de eventos com o parlamento brasileiro. "Este é o movimento político mais importante na história das relações entre os produtores, artistas, integrantes da cadeia produtiva da indústria criativa e o Parlamento Brasileiro na construção de um modelo mais justo e harmonioso para todos. Temos que avançar e corrigir rumos em muitas questões. Essa é a hora de mostramos toda a nossa força, e a maioria desse aperfeiçoamento precisa passar pelo Parlamento. A ABRAPE está sendo a catalisadora e impulsionadora desse movimento. O deputado federal Felipe Carreras foi essencial, para essa materialização", disse Carlos Alberto Xaulim.

Reconhecimento

A ABRAPE busca também, por meio da criação da Frente Parlamentar em Defesa da Cultura e do Entretenimento, o reconhecimento da profissão de produtor de eventos. O presidente da entidade, Carlos Alberto Xaulim, explica que o principal objetivo com este reconhecimento é criar legalidade. "Nós não podemos transacionar com o poder público. Temos legitimidade, mas não temos legalidade. O corretor de imóveis pode vender, o jornalista pode negociar serviços para o estado e nós não. Somos tidos como atravessadores. Somos uma categoria que é muito importante para o país economicamente, com a geração de empregos, principalmente os temporários. Não tem uma categoria que gere tantos empregos temporários como a nossa, e sem o reconhecimento da nossa profissão, ficamos limitados em várias questões", explicou Carlos Alberto Xaulim.

Meia-entrada

Outro tema importante muito debatido durante o congresso foi a meia-entrada. Segundo o presidente Carlos Alberto Xaulim, a ABRAPE considera o setor como única atividade econômica do Brasil que sofre com o confisco de 50% da sua receita bruta pela obrigatoriedade da concessão do privilégio de conceder descontos a estudantes, idosos, portadores, de necessidades especiais, jovens de baixa renda, doadores de sangue e professores sem contrapartida ou benefício. "Se o Estado entende que parte da sociedade deve ter privilégios, ele que arque com custos dessa iniciativa. Não pode imputar ao privado esse dever. A meia-entrada é um absurdo jurídico. Trata ao mesmo tempo pessoas iguais de maneira desigual e pessoas desiguais de maneira igual. Na prática, ela não traz benefício a ninguém, afirmou.







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