Rondônia, - 08:03

 

Você está no caderno - Tecnologia e Vida Digital
Tecnologia
Apple bane apps relacionados a cigarros eletrônicos da App Store
A Apple eliminou da App Store 181 apps sobre cigarros eletrônicos, citando preocupações recentes com doenças e mortes relacionadas ao uso de tais produtos.
Publicado Domingo, 17 de Novembro de 2019, às 17:34 | Fonte Gizmodo 0

 
 

AP

 

A Apple eliminou da App Store 181 apps sobre cigarros eletrônicos, citando preocupações recentes com doenças e mortes relacionadas ao uso de tais produtos.

Na sexta-feira, apps relacionados à cigarros eletrônicos não poderão ser mais adicionados à plataforma, segundo reportou o Axios. A Apple confirmou ao Gizmodo que usuários que baixaram os apps relacionados ainda poderão usá-los e transferir eles para novos dispositivos Apple. Em um comunicado, a companhia disse que atualizou as diretivas da App Store para incluir uma linguagem que barre apps que encorajem o uso de cigarros eletrônicos e vaporizadores.

“Tomamos muito cuidado com a curadoria da App Store como um local seguro para nossos consumidores, particularmente jovens, para baixar apps. Estamos constantemente avaliando aplicativos, e consultando as últimas evidências para determinar os riscos à saúde e ao bem-estar”, disse a Apple. “Recentemente, especialistas do CDC [Centros de Controle e Prevenção de Doença dos EUA] até da American Heart Association atribuíram uma variedade de lesões e fatalidades nos pulmões a produtos de cigarro eletrônico e vaporizadores, chegando a chamar a disseminação desses dispositivos de crise de saúde pública e epidemia entre os jovens. Concordamos e atualizamos nossas diretrizes de revisão da App Store para refletir que aplicativos que incentivam ou facilitam o uso desses produtos não são permitidos”.

A nova diretriz da App Store agora proíbe apps que encorajem o “consumo de tabaco e produtos vaporizadores, drogas ilegais ou quantidades excessivas de álcool”, apps que encorajam o uso de substâncias por menores de idade, e quaisquer apps que facilitem a “venda de maconha, tabaco, ou substâncias controladas (exceto as farmácias licenciadas)”.

A Apple disse que não aprova novos apps relacionados a cigarros eletrônicos na App Store desde junho, depois de adicionar produtos vaporizadores a uma lista de itens barrados de serem promovidos por meio de sua plataforma. Embora a Apple nunca tenha permitido a venda de cartuchos por meio da App Store, os apps disponíveis para download incluíam coisas como apps de lojas, de jogos, notícias, redes sociais especialistas e apps que permitiam que os usuários controlassem ajustes dos seus cigarros eletrônicos.

Várias empresas do ramo têm aplicativos que estavam disponíveis anteriormente na App Store. A fabricante de cigarros eletrônico de maconha Pax, por exemplo, tem um aplicativo para controlar a saída de vapor e sabor, temperatura, bloqueio do dispositivo e atualizações de firmware. Esse aplicativo foi removido do serviço da Apple.

Enquanto isso, a Juul tem um aplicativo para seu dispositivo Juul C1 ainda disponível no Canadá. Esse aplicativo está disponível exclusivamente para Android, mas as vagas de emprego pareciam indicar que a empresa estava considerando um aplicativo para iOS.

Um porta-voz da Pax disse em um comunicado ao Gizmodo que a companhia está “muito preocupada e desapontada com a decisão da Apple de remover nosso app da loja”, adicionando que o app permitia que milhões de usuários nos 34 estados dos EUA, onde a maconha é legalizada de alguma forma, “controlassem a dose e corrigissem a temperatura da maconha legalmente adquirida e testada”.

Reguladores federais descobriram que a grande maioria das doenças relacionadas a cigarros eletrônicos estão ligadas à compra desses produtos em mercados alternativos — não aos cigarros eletrônicos regularizados. A Pax argumenta que o seu app ajuda os usuários a evitarem produtos perigosos.

“Além disso, após as notícias de doenças relacionadas a cigarros eletrônicos, nosso app fornecia aos consumidores informações detalhadas sobre o que contém no produto adquirido por eles, incluindo resultados de teste conduzidos por agências estaduais, perfis de terpeno e canabinoides e outras informações que possibilitam a educação e informação, além do consumo seguro de maconha legalizada”, concluiu o porta-voz da Pax. A Jull não retornou imediatamente um pedido de comentário do Gizmodo.

Não está claro se o Google seguirá o exemplo, e a empresa não respondeu ao Gizmodo quando questionada se tem planos nesse sentido. No entanto, caso decidisse proibir esses aplicativos, a empresa talvez aderisse a uma das ideias da Juul sobre manter esses produtos longe de menores de idade, ao exigir algum mecanismo de verificação de idade para desbloqueá-los.

 







Veja também em Tecnologia e Vida Digital


WhatsApp ganha ligação em espera e controle de grupos; nada do modo escuro
O WhatsApp recebeu novos recursos para Android e iOS em sua mais recente atualização, incluindo uma configuração de privacidade......


Como transmitir conteúdos do Android para a TV
Uma das principais maneiras de visualizar os conteúdos do seu Android em uma TV é espelhando a tela do dispositivo,.....


Instagram pedirá data de nascimento para impedir acesso de menores
Novos usuários terão que confirmar que têm pelo menos 13 anos para poder ter um perfil na rede social ...


Stadia deve ganhar demos, early access e até cross-play em breve
Pouco menos de um mês após o lançamento, a Google ainda corre contra o tempo para adicionar novidades ao Google Stadia......

 



 
 
 
 
EMRONDONIA.COM

Tereré News