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MBL critica vereadores que decidiram não cobrar explicações do prefeito no Caso Flávio
Requerimento de Chico Preto cobrava uma posição de Arthur Neto sobre o deslocamento de carro e de servidor da Prefeitura de Manaus para a residência onde o engenheiro Flávio Rodrigues teria sido morto
Publicado Terça-Feira, 8 de Outubro de 2019, às 12:51 | Fonte REBECA BEATRIZ 0

 
 

Divulgação/ Internet

A página Movimento Livre – Amazonas criticou em sua página no Facebook a postura dos vereadores em relação ao requerimento apresentado pelo Chico Preto (PMN). O documento pedia explicações sobre quem autorizou o deslocamento de um carro de uso da Prefeitura de Manaus, no dia 29 de setembro, para a residência de Alejandro Valeiko, filho da primeira-dama do município, onde o engenheiro Flávio Rodrigues teria sido morto no mesmo dia. 

O requerimento foi derrubado pela base do prefeito na Casa, com maioria dos votos. Procurado pela reportagem, o líder estadual do MBL Amazonas, Jhony Souza disse que é dever da Câmara pedir da Prefeitura esclarecimentos sobre a utilização de estrutura e de servidor do município.

“Foi utilizado um carro da Prefeitura e teve também funcionário da Prefeitura envolvido. Portanto, nesse ponto específico é papel da Câmara, que controla o patrimônio da Prefeitura. Entendemos que o patrimônio da Prefeitura não pode ser desvirtuado para outras finalidades, ainda mais em finalidades que ensejam em um crime, como nesse caso”, destacou.

Durante sessão na manhã de hoje, o vereador Gilvandro Mota (PTC) mais uma vez questionou a decisão do autor da proposta, que na ocasião estava ausente, e segundo assessoria de imprensa cumpria agenda no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

“Podem até rechaçar, mas precisam entender que há um ordenamento que permite para o prefeito que tenha direito à segurança. A responsabilidade por crime administrativo do prefeito não depende do pronunciamento das Câmaras, podendo ocorrer o pronunciamento direto por parte do judiciário”, disse.

Ainda em tribuna, Gilvandro chamou de 'canalha' a atitude de Chico, e disse que em outra ocasião, o líder da oposição na Casa teria se 'beneficiado' da mesma lei que o prefeito de Manaus, Artur Neto (PSDB), quando em 2014, ano em que Chico Preto concorria às eleições para Governo, um segurança foi morto em assalto após saída de agência bancária com uma quantia de dinheiro dentro de uma mala, em frente à sede do partido, no Conjunto Eldorado, na Zona Centro-Sul. A vítima estava acompanhada da esposa do político.









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