Rondônia, - 21:43

 

Você está no caderno - INTERNACIONAL
Internacional
Produção industrial da China cresce em julho ao ritmo mais lento desde 2002
Segundo a consultora britânica Capital Economics, os dados mostraram que a desaceleração da economia chinesa está a acentuar-se e prevê um ''abrandamento mais acentuado no horizonte''
Publicado Quarta-Feira, 14 de Agosto de 2019, às 11:11 | Fonte Expresso - Portugal 0

 
 

STR

O ritmo de crescimento da produção industrial da China foi, em julho, o mais lento dos últimos 17 anos, acompanhando a tendência de outros indicadores económicos, à medida que Pequim trava uma guerra comercial com Washington.

No mês passado, a produção industrial na segunda maior economia mundial registou um aumento homólogo de 4,8%, em julho, menos 1,5 pontos percentuais do que no mês anterior, disse o Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE) chinês.

Trata-se do ritmo de crescimento mais lento desse fevereiro de 2002.

Segundo a consultora britânica Capital Economics, os dados mostraram que a desaceleração da economia chinesa está a acentuar-se e prevê um "abrandamento mais acentuado no horizonte".

"Os dados sugerem que o crescimento económico enfrenta renovadas pressões negativas. Mesmo com políticas fiscais mais favoráveis, a atividade da construção permanecerá sob pressão nos próximos trimestres, quando o recente 'boom' do desenvolvimento imobiliário relaxar", considerou o analista Julian Evans-Pritchard, num relatório.

A produção industrial é utilizada pelas estatísticas chinesas para medir a atividade das grandes empresas, com receitas anuais superiores a 20 milhões de yuan (2,5 milhões de euros).

No conjunto dos primeiros sete meses do ano, a produção industrial cresceu 5,8%, em termos homólogos, segundo a agência.

O investimento em ativos fixos, que inclui os gastos com imóveis, infraestrutura ou maquinaria, cresceu 5,7%, entre janeiro e julho, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O aumento homólogo das vendas a retalho, o principal indicador do consumo privado, fixou-se em 7,6%, em julho, depois de ter crescido 9,8%, no mês passado.

Analistas disseram acreditar que a queda se deve sobretudo à diminuição na venda de automóveis.

O analista da Capital Economics acrescentou prever uma desvalorização futura da moeda chinesa, o yuan, mas que dificilmente compensará o arrefecimento da procura global ou o aumento das taxas alfandegárias sobre produtos chineses, impostas pelos Estados Unidos.

"Como resultado, esperamos nova desaceleração da atividade económica, no próximo ano", concluiu Evans-Pritchard.

LUSA
 







Veja também em INTERNACIONAL


Turquia irritada após EUA reconhecer formalmente genocídio armênio
Regime islâmico turco diz que decisão põe em risco relações bilaterais com os Estados Unidos. ...


Idosas aproveitam show de stripper em asilo: Grandes bíceps
Funcionários organizaram surpresa para uma das internas de casa de repouso. Caso ocorreu em Glastonbury, na Inglaterra ...


EUA e China anunciam conclusão da 1ª fase de acordo comercial
Pequim disse que o acordo comercial com os EUA ajudará a impulsionar a confiança nos mercados globais...


Caminhão autônomo cruza EUA em viagem com carga pela primeira vez
A startup Plus.AI anunciou que competou com sucesso a primeira viagem comercial de um caminhão autônomo de uma......

 



 
 
 
 
EMRONDONIA.COM

Tereré News