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Fazendas do maior traficante da América do Sul não são arrematadas no 2º leilão e ficam disponíveis para venda direta em MT
Se não forem compradas, voltam para a Justiça, que deve analisar se os valores podem ser diminuídos para serem leiloadas novamente
Publicado Quarta-Feira, 14 de Agosto de 2019, às 10:25 | Fonte G1 MT 0

 
 

Foto: Divulgação/Polícia Federal

Luiz Carlos da Rocha, conhecido como Cabeça Branca, foi preso pela Polícia Federal (PF)

As duas fazendas de Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, considerado um dos maiores traficantes da América do Sul, que foram a leilão nesta terça-feira (13) com 20% de desconto não foram arrematadas. Cabeça Branca foi preso em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, em julho de 2017.

Agora, conforme informações da Justiça Federal, as fazendas ficarão disponíveis para venda direta junto à empresa que realiza os leilões pelo prazo de três meses. Em seguida, se não forem compradas, voltam para a Justiça, que deve analisar se os valores podem ser diminuídos para serem leiloadas novamente.

Um primeiro leilão foi feito no dia 30 de julho. Na ocasião, as propriedades também não foram compradas.

As propriedades estão localizadas em Marcelândia, a 712 km de Cuiabá, no norte mato-grossense. Uma delas, denominada como Fazenda Estrelinha possui 596,4595 hectares entre área aberta utilizada para a produção de grãos e mata nativa.

O local contém como benfeitorias: dois barracões, duas casas de alvenaria e quatro casas de madeira. Ela estava avaliada em R$ 7,5 milhões e foi oferecida nesta terça-feira por R$ 6 milhões.

Já a segunda fazenda, chamada de Fazenda Jupinda 2, tem 620,5725 hectares, encontra-se coberta por vegetação nativa e não possui benfeitorias. Sua avaliação era de R$ 1,2 milhão e foi oferecida por R$ 992,9 mil.

Cabeça Branca

De acordo com a Polícia Federal, ele era um dos traficantes mais procurados pela Polícia Federal e pela Interpol na América do Sul, considerado um dos 'barões das drogas' do Brasil ainda em liberdade, já condenado pela Justiça Federal a penas que somam mais de 50 anos de prisão.

Para se esconder, o traficante fez cirurgias plásticas para alterar suas feições e usava, atualmente, a identidade de Vitor Luiz de Moraes, ainda de acordo com a PF.

No entanto, ele foi localizado recentemente pela área de combate ao tráfico de drogas da PF, que precisou acionar a perícia. Com dados fotográficos, concluiu-se que Luiz Carlos da Rocha e Vitor Luiz de Moraes são a mesma pessoa.

Por G1 MT









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