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Nem tudo que parece genial e é tentado dá certo
Nem tudo que parece genial e é tentado na Amazônia dá certo
Lições incontáveis Pela mística e pela prática, nem tudo que parece genial e é tentado na Amazônia dá certo. Muitos que dão nomes..
Publicado Sexta-Feira, 9 de Novembro de 2018, às 05:22 | Fonte Carlos Sperança 0

  
 
 

 

Lições incontáveis

Pela mística e pela prática, nem tudo que parece genial e é tentado na Amazônia dá certo. Muitos que dão nomes a ruas e monumentos perderam a vida ou sofreram sérios prejuízos com sonhos que miravam lucros fantásticos e acabaram em ruínas.

Alguns, ao custo de muito sacrifício, prejuízos e vidas, como no projeto ferroviário, foram concluídos parcial ou totalmente ao longo de décadas, mas outros tiveram um fim inglório.

Quando a borracha tinha o mesmo status de “jabuticaba” que o nióbio tem hoje, abastecia mais de 90% das necessidades mundiais. Foi aí que um caso crucial e exemplar de biopirataria liquidou o ciclo.

Outro caso ruidoso de resultado inglório foi a Fordlândia, que também tinha a borracha por motivação. Impondo padrões em desacordo com a realidade regional, o projeto começou a fracassar com a incapacidade dos gestores de aproveitar os conhecimentos dos povos da floresta para adaptar seus projetos à realidade local.

Para enfrentá-las, os “gringos” apelaram até à intervenção militar. Seus administradores enlouqueceram ou sucumbiram às doenças tropicais favorecidas pela agressiva transformação ambiental provocada pela monocultura. A Amazônia apresenta lições incontáveis.

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Obras aguardadas

A expectativa nos meios políticos de Rondônia, é que a grande vitória do presidente Bolsonaro em Rondônia, mais a eleição do seu ungido Marcos Rocha ao governo do Estado, represente apoio significativo a conclusão de obras federais na região. Temos a ponte do Madeirão na região do Abunã, a dragagem do Rio Madeira, a projetada ponte binacional em Guajará Mirim e a Usina Hidrelétrica de Tabajara em Machadinho do Oeste.

Presídios federais

Recém-inaugurada, a penitenciária federal de Brasília foi estruturada com agentes das unidades de Campo Grande (MS), Mossoró (RN), Catanduvas (PR) e Porto Velho (RO). Com a medida favorecendo o Distrito Federal, as demais unidades ficaram desfalcadas para o cumprimento das suas obrigações.  Como se vê, cobriu-se um santo, e descobriram ao mesmo tempo, outros quatro. Coisa de louco!

Uma retomada

É bem provável que os deputados estaduais da capital que não lograram a reeleição retomem as respectivas carreiras políticas disputando cadeiras na Câmara de Vereadores de Porto Velho em 2020. Dois deles, inclusive já foram vereadores, antes da ascensão a Assembleia Legislativa, casos de Hermínio Coelho e Ribamar Araujo. Ambos merecem uma nova chance para recomeçar. Trabalharam bem no Legislativo estadual.

Haja cassados

A temporada tem sido cruel para os prefeitos rondonienses, não bastasse à falta de recursos e a opinião publica no pé por causa de deficiências crônicas no atendimento na saúde e escassez de ações na esfera de infraestrutura. Prefeitos de municípios importantes, como Vilhena (Rosane Donadon), Rolim de Moura (Luizão do Trento) e Pimenta Bueno (Juliana Roque) deixaram os cargos.

Um novo MDB?

Em Rondônia, com as derrotas do senador Valdir Raupp e da deputada federal Marinha Raupp, um novo MDB surgirá, agora sob as rédeas do senador eleito Confúcio Moura e do deputado federal Lucio Mosquini. O carcará sanguinolento Tomás Correia, que decidia as coisas a tapas será defenestrado. Cogita-se que seu sucessor será Emerson Castro, aquele que apanhou na última convenção do partido.

 







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