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Israel apresenta projeto ferroviário do “caminho da paz regional”
A linha ferroviária, conhecida como o “caminho da paz regional”, partirá de Haifa, o maior porto de Israel, atravessando a Jordânia, para depois se ligar às linhas existentes até ao Golfo
Publicado Quinta-Feira, 8 de Novembro de 2018, às 05:16 | Fonte Expresso 0
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MOHAMMED MAHJOUB/GETTY

Yisrael Katz, ministro dos Transportes de Israel (ao centro na foto)


O ministro dos Transportes de Israel apresentou esta quarta-feira em Mascate, Omã, um projeto de uma linha ferroviária ligando, através do seu país, o Mediterrâneo aos países do Golfo. O discurso do ministro Yisrael Katz, durante a conferência da União Internacional de Transporte Rodoviário (IRU), que decorreu em Omã, faz parte de uma ação de aproximação de Israel aos países árabes, pois atualmente apenas mantém relações diplomáticas com o Egito e a Jordânia, com quem celebrou acordos de paz.

A linha ferroviária, conhecida como o "caminho da paz regional", partirá de Haifa, o maior porto de Israel, atravessando a Jordânia, para depois se ligar às linhas existentes até ao Golfo, de acordo com o ministro. "É lógico e vai além das diferenças ideológicas e políticas. Baseia-se em duas ideias, que Israel será uma ponte e a Jordânia um centro regional de transportes", disse Yisrael Katz,

O ministro israelita acrescentou que este projeto é apoiado pela administração norte-americana e que será benéfico para a Arábia Saudita, os seus vizinhos do Golfo e para a economia palestiniana. "Permitiria criar, na região, uma rota comercial mais curta, mais rápida e barata que beneficiará as economias da Jordânia, os palestinianos, a Arábia Saudita, os países do Golfo e o Iraque no futuro", disse Yisrael Katz.

Os países árabes historicamente fizeram da solução da questão palestiniana a condição de normalização das relações com Israel, mas o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e membros da administração Trump estão a defender uma abordagem diferente, em que seria a normalização das relações com os países árabes que promoveriam a paz com os palestinianos.

 







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