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cadastramento de doadores de medula óssea
Campanha cadastra 302 doadores de medula óssea em Alvorada do Oeste
Exatamente 302 cadastros de doadores de medula óssea foram realizados no último sábado, durante atividade da equipe técnica do Hemocentro Regional de Ji-Paraná ocorrida no município de Alvorada do Oeste.
Publicado Terça-Feira, 22 de Maio de 2018, às 20:56 | Fonte da Redação 0

  
 
 

Exatamente 302 cadastros de doadores de medula óssea foram realizados no último sábado, durante atividade da equipe técnica do Hemocentro Regional de Ji-Paraná ocorrida no município de Alvorada do Oeste. O evento aconteceu na sede da Ordem dos Advogados do Brasil em parceria com outras instituições que engajam em ações solidárias visando salvar vidas. O presidente da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado de Rondônia (Fhemeron), João Ricardo, ressaltou a importância das ações desenvolvidas quanto ao cadastro que é enviado para o Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME).

A diretora do Hemocentro Regional de Ji-Paraná, Nilce Silveira Pareja, acompanhou toda a equipe durante o evento em Alvorada do Oeste reforçando que a captação amplia as chances de encontrar doadores compatíveis com pacientes que aguardam ansiosos por um transplante de medula óssea, sendo a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue e do sistema imune.

De acordo com dados da Fhemeron, somente nos primeiros 4 meses deste ano, foram efetuados quase 3.500 cadastros de doadores de medula óssea em todo o Estado. “Hoje a chance do paciente encontrar um doador compatível é muito pequena . Por isso, precisamos de mais pessoas cadastradas e engajadas neste gesto que pode salvar vidas”, disse Nilce.

Os voluntários preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5 a 10ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente. Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante. Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação. Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil.

Por esse motivo, explica Nilce Silveira, são organizados Registros de Doadores, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Para o doador, a doação será um gesto de amor ao próximo. Para o paciente, será uma nova vida.







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