Rondônia, - 07:47

 

Você está no caderno - Economia
Coluna do SIMPI
A nova Revolução Industrial
Entende-se como uma revolução industrial as modificações impactantes e significativas nas atividades produtivas que, introduzidas pelos seres humanos
Publicado Terça-Feira, 6 de Fevereiro de 2018, às 16:27 | Fonte Simpi - Leonardo Sobral 0
http://www.ariquemesonline.com.br/noticia.asp?cod=342320&codDep=20" data-text="A nova Revolução Industrial
  
  WhatsApp - (69) 9201-1314
 

Entende-se como uma revolução industrial as modificações impactantes e significativas nas atividades produtivas que, introduzidas pelos seres humanos, resultaram em grandes transformações econômico-sociais, representando verdadeiros divisores de águas na história. De acordo com os historiadores, a primeira delas iniciou-se aproximadamente há 250 anos, com o advento das máquinas à vapor que, em substituição da manufatura artesanal pela produção por máquinas na indústria têxtil britânica, promoveram um aumento significativo na produtividade. A segunda, ocorreu por volta de 1913, quando o empresário norte-americano Henry Ford aplicou a metodologia de montagem em série de automóveis, de forma a produzir em menos tempo a um menor custo. Agora, a terceira delas surgiu nos anos 70, com a intensificação da aplicação de computadores nas linhas de montagem, em que os trabalhadores humanos começaram a ser gradativamente substituídos - em algumas atividades - por robôs, avanço esse que possibilitou a massificação da oferta de diversos produtos tecnológicos que temos hoje, mas que eram praticamente inacessíveis ao público em geral, devido ao custo elevado, como computadores pessoais, telefones celulares e diversos outros.

Atualmente, já estamos vivendo a quarta revolução industrial - também conhecida como Indústria 4.0 - que, iniciada por volta de 2010, caracteriza-se pela fusão entre os mundos físico e virtual. “Embora ainda guarde semelhanças com a (Revolução Industrial) anterior, o uso intensivo da informática e tecnologias digitais possibilitaram aos processos de produção se tornarem cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis”, afirma o engenheiro Eduardo Mario Dias, professor-titular da escola Politécnica da Universidade de São Paulo. “Para se ter uma ideia, até há bem pouco tempo, as maquinas precisavam ser programadas manualmente, uma a uma, para que pudessem realizar tarefas basicamente mecânicas. Hoje, conectadas à internet, já podem conversar umas com as outras, de forma inteligente e sem a intervenção do ser humano, trocando informações, interpretando dados, corrigindo erros automaticamente e cooperando entre si, e em tempo real”, esclarece. Ainda, o especialista explica que, embora isso leve a uma extinção de certos postos de trabalho, também levará à criação de outros, da mesma forma como ocorreu em outras revoluções. “O grande risco, porém, é que, no passado, houve tempo suficiente para adaptação das pessoas à nova realidade. Contudo, desta vez, a velocidade das transformações foi bem maior, o que, talvez, não permita uma adaptação sem traumas, aumentando o distanciamento cultural, financeiro e intelectual entre elas”, conclui.

Arrependimento em compras realizadas pela internet

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o consumidor tem o direito de se arrepender ou desistir de uma compra que realizou pela internet, mesmo que o produto não apresente defeito algum. Em outras palavras, se ele perdeu o interesse no que comprou pelos canais virtuais, essa aquisição poderá ser desfeita, desde que se respeite o prazo legal estabelecido para esse procedimento. “Para isso, é importante que o consumidor registre formalmente sua insatisfação com o produto em até, no máximo, 7 dias corridos, após o recebimento da mercadoria”, explica o advogado Marcos Bernardini. “Agora, se o produto apresentar defeitos ou não corresponder ao que foi apresentado no site de venda online, o consumidor pode exigir a troca do item por um outro, que atenda as mesmas condições originalmente ofertadas ou, então, exigir a devolução do dinheiro pago, com juros e correção monetária”, esclarece o especialista jurídico.

Receita Federal cancela CNPJ de 1,3 milhão de MEI’s, veja lista

Nesta segunda-feira (5), foi publicada a listagem de Microempreendedores Individuais (MEI) que tiveram seu CNPJ cancelado. A baixa dos registros de empresários que não regularizaram a situação com a Receita Federal vai permitir melhorias no relacionamento do governo com os MEI ativos. A partir do cancelamento, os débitos migrarão automaticamente para o CPF vinculado. Para exercer alguma atividade econômica formalmente, o empreendedor deverá realizar nova inscrição. A lista de CNPJ’s cancelados estão disponíveis no portal do empreendedor.





Curta nossa página no Facebook ou deixe seu comentário



Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

 
 
Veja também em Economia


Governança corporativa é tema debatido por conselheiros do Sebrae na capital
Segunda etapa do curso de capacitação reuniu conselheiros que fazem parte de instituições parceiras do Sebrae...


Sustentabilidade Sebrae apoia os pequenos negócios de reparação de veículos e acessórios
Sebrae apoia os pequenos negócios de reparação de veículos e acessórios promovendo a sustentabilidade....


Sala do empreendedor busca novas alternativas para preparar empresários de pequenos negócios
O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) atua em 52 municípios em suas diversas áreas, com capacitação para empresários de pequenos negócios......


Brasil fecha 20,8 mil vagas de trabalho formal em 2017
...

 
 
 

 



 


::: Publicidade :::

 
 
 
 
EMRONDONIA.COM
FALE CONOSCO  |  ANUNCIE  |  EQUIPE  |  MIDIA KIT   |  POLÍTICA DE PRIVACIDADE