Rondônia, - 04:19

 

Você está no caderno - Meio Ambiente / Sustentabilidade
meio ambiente
Índios Guarani Kaiowá denunciam ataques e pedem demarcação de terras
Indígenas da etnia Guarani Kaiowá reclamam dos constantes ataques de milícias armadas às comunidades do Mato Grosso do Sul. Nos últimos 12 anos, 390 índios foram assassinados no estado, de acordo com o Conselho Indigenista Missionários.
Publicado Quarta-Feira, 7 de Outubro de 2015, às 09:11 | Fonte Agência Brasil 0
http://www.ariquemesonline.com.br/noticia.asp?cod=298031&codDep=23" data-text="Índios Guarani Kaiowá denunciam ataques e pedem demarcação de terras
  
  WhatsApp - (69) 9 9967-8787
 

Indígenas da etnia Guarani Kaiowá reclamam dos constantes ataques de milícias armadas às comunidades do Mato Grosso do Sul. Nos últimos 12 anos, 390 índios foram assassinados no estado, de acordo com o Conselho Indigenista Missionários.
 
Elizeu Lopes, líder indígena, denuncia o envolvimento de fazendeiros e, inclusive, da polícia e de políticos locais nos ataques. Nos últimos dois meses, as tribos sofreram 12 agressões e pelo menos quatro foram mortos. Os pistoleiros e agressores utilizam armas de fogo, balas de borracha e promovem espancamentos.
 
“Do último ataque contra o Simão [Vilhalva], nós ficamos sabendo que tem investigação, mas é muito lenta. A Polícia Federal foi rápida e comprovou que o corpo foi baleado na cabeça”. Simão morreu no município de Antonio João, em Mato Grosso do Sul.
 
A demarcação de terras é uma das principais questões que levam ao conflito no campo. Atualmente, estão paralisados os processos de demarcação e, assim, 45 mil índios precisam viver em apenas 30 mil hectares.
 
Segundo Elizeu, por esse motivo os povos indígenas passam a viver nas terras onde existe conflito, almejando mais área livre. “Lá a gente tem pelo menos o espaço para produzir, para o sustento próprio, para garantir o sustento e não depender de cestas básicas.”
 
O líder indígena passou 15 dias na Europa pedindo ajuda aos organismos internacionais. “Convidamos a relatora da ONU, Victoria Tauli-Corpous, três vezes para vir ao Brasil, mas precisa que o governo a convide para vir fazer essa visita. Queremos a vinda de uma comissão de parlamentares europeus também, para ver toda essa nossa realidade”.
 

Uma das reivindicações junto aos órgãos do exterior é que seja feita uma investigação independente sobre os ataques paramilitares e também sobre o problema do suicídio, que já matou 585 indígenas no estado durante os últimos 12 anos. 





Curta nossa página no Facebook ou deixe seu comentário



Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

 
 
Veja também em Meio Ambiente / Sustentabilidade


Sebrae Rondônia desenvolve ações de sustentabilidade na semana do meio ambiente
O Sebrae em Rondônia realiza a semana do meio ambiente de 4 a 8 de junho, com ações  de desenvolvimento sustentável nos escritórios regionais e na sede....


Maria Cândida faz expedição na Amazônia para especial da semana do Meio Ambiente
Em homenagem a semana Mundial do Meio Ambiente, a TV Aparecida produziu uma série de matérias na Amazônia. ...


Alterações do Código Florestal poderão intensificar os problemas de disponibilidade hídrica no futuro
Segundo Rodrigues, “Os problemas que enfrentamos desde ano passado com a oferta de água serão muito piores no futuro porque teremos menos áreas preservadas com a aprovação dessa atualização do código florestal”....


Turismo celebra Dia Internacional dos Povos Indígenas
O Brasil se prepara para receber mais de 40 etnias nacionais e internacionais, durante a primeira edição dos Jogos Mundiais Indígenas, em outubro. Evento vai movimentar o turismo em Tocantins ...

 
 
 

 


 


::: Publicidade :::

 
 
 
 
EMRONDONIA.COM
FALE CONOSCO  |  ANUNCIE  |  EQUIPE  |  MIDIA KIT   |  POLÍTICA DE PRIVACIDADE