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inferno verde e amarelo
Brasil peca defensivamente, perde para a Bélgica e está eliminado
A Seleção Brasileira nunca havia sofrido dois gols em uma mesma partida sob o comando de Tite.
Publicado Sexta-Feira, 6 de Julho de 2018, às 16:46 | Fonte Gazeta Esportiva 0
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Gazeta Esportiva

A Seleção Brasileira nunca havia sofrido dois gols em uma mesma partida sob o comando de Tite. Aconteceu nesta sexta-feira, último dia da participação nacional na Copa do Mundo da Rússia. Desencontrado defensivamente, o Brasil perdeu por 2 a 1 para a Bélgica, em Kazan, e despediu-se do torneio.

Com bons momentos ofensivos, a Seleção Brasileira foi vazada pela primeira vez por um gol contra de Fernandinho. O volante que já havia sido vilão na histórica derrota por 7 a 1 para a Alemanha, quatro anos atrás, cabeceou para dentro após uma cobrança de escanteio aos 12 minutos do primeiro tempo.

A Bélgica ampliou ainda na etapa inicial. Aos 30, em um contra-ataque rápido puxado por Lukaku, De Bruyne foi acionado na ponta direita e chutou cruzado para a rede.

A Bélgica ampliou ainda na etapa inicial. Aos 30, em um contra-ataque rápido puxado por Lukaku, De Bruyne foi acionado na ponta direita e chutou cruzado para a rede. O gol fez a Seleção Brasileira pressionar durante toda a segunda etapa. O máximo que o time de Tite conseguiu, entretanto, foi uma cabeçada certeira de Renato Augusto, com assistência de Philippe Coutinho.

A queda do Brasil deixa a Copa do Mundo somente com seleções europeias. Nas semifinais, a Bélgica terá pela frente outra algoz de uma equipe sul-americana, a França, que derrotou o Uruguai por 2 a 0 mais cedo, em Níjni Novgorod. O jogo será disputado às 15 horas (de Brasília) de terça-feira, em São Petersburgo.

Fernandino compromete

Fernandinho começou mal a partida contra a Bélgica. Foi um desarme sofrido pelo volante que resultou no primeiro chute a gol da equipe europeia, de De Bruyne, seu companheiro de Manchester City na Inglaterra.

Naquele momento, o Brasil tinha dificuldades para se desvencilhar da marcação adiantada do time dirigido pelo espanhol Roberto Martínez. Willian, por exemplo, saiu com a bola pela lateral direita quando pressionado.

O Brasil, no entanto, replicou a estratégia belga. Quando também avançou a sua marcação, a Seleção começou a incomodar a adversária. Aos sete minutos, criou uma grande chance de gol. Neymar levantou a bola na área em cobrança de escanteio, e Miranda resvalou com a cabeça. Thiago Silva emendou para a trave.

A Bélgica se saiu ainda melhor em uma cobrança de escanteio do outro lado do campo, de Chadli. Com a ajuda de um jogador brasileiro. Aos 12 minutos, Fernandinho tentou cortar dentro da área, pelo alto, e mandou contra o próprio gol. Alisson não conseguiu defender.

A torcida brasileira transmitiu apoio aos comandados de Tite, cantando ainda mais alto nas arquibancadas da Arena Kazan. No gramado, Neymar, Philippe Coutinho, Willian e Gabriel Jesus, os homens de frente da equipe, procuravam corresponder com empenho e movimentação, porém esbarravam no jogo duro dos belgas.

O Brasil, que tinha a defesa mais consistente da Copa do Mundo, não apresentou a mesma solidez da sua oponente. Aos 30 minutos, Lukaku girou em cima de Fernandinho e, mesmo pesado, carregou bem a bola, passando na frente do mesmo marcador. De Bruyne foi acionado na direita e acertou um chute cruzado, seco, para fazer 2 a 0.

A Seleção Brasileira acusou o golpe. Neymar, que já havia até saído momentaneamente por causa de uma pancada na perna esquerda, estava longe de ser suficiente para devolver a confiança aos seus companheiros. Ainda assim, Gabriel Jesus subiu livre de marcação aos 35. E cabeceou para fora.

Quase deu

Tite resolveu agir no intervalo. Sacou Willian para a entrada de Roberto Firmino, que muitos cobravam como titular na vaga de Gabriel Jesus. O centroavante revelado pelo Palmeiras, então, acabou deslocado para a ponta direita.

Apressado, o Brasil inicialmente abusou do individualismo e dos erros de passe. A Bélgica, em compensação, aceitou a pressão em função da vantagem que tinha construído no primeiro tempo e chamou o time nacional para o seu campo.

Aos seis minutos, Tite viu uma chance de empate quando Neymar caiu dentro da área. O técnico pediu que o lance fosse revisto pelo árbitro de vídeo. O próprio atacante, contudo, reconheceu que não havia sido pênalti.

A postura dos brasileiros foi unânime de reclamação pouco depois, quando Kompany acertou Gabriel Jesus com um carrinho dentro da área. O árbitro sérvio Milorad Mazic demorou a tomar a sua decisão, mas mandou o jogo seguir.

Foi a última participação de Jesus na partida. O atacante cedeu lugar a Douglas Costa, que entrou com a missão de dar velocidade ao lado direito do ataque brasileiro. Aos 17, ele cumpriu o combinado e bateu cruzado. Courtois deu rebote, e Paulinho não aproveitou.

Como o tempo passava e o Brasil continuava dois gols atrás da Bélgica, Tite gastou a sua última ficha em Renato Augusto, substituto de Paulinho. Deu certo. Aos 30 minutos, Philippe Coutinho fez belo levantamento para a área, onde o meia do chinês Beijing Guoan cabeceou no canto.

O gol reanimou a Seleção Brasileira, que teve grandes oportunidades de alcançar o empate. Aos 32 minutos, por exemplo, Firmino recebeu a bola de Neymar dentro da área, girou e finalizou por cima. Aos 34, Renato Augusto teve espaço na entrada da área após passe de Coutinho e também errou o alvo.

Já nos acréscimos, após pedir mais um pênalti, Neymar deu novo susto na Bélgica. Buscou o ângulo em uma conclusão de fora da área. O goleiro Courtois se esticou e fez a defesa, assegurando a vitória sobre o Brasil e a afirmação da ótima geração belga.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 X 2 BÉLGICA

Local: Arena Kazan, em Kazan (Rússia)

Data: 6 de julho de 2018, sexta-feira

Horário: 15 horas (de Brasília)

Árbitro: Milorad Mazic (Sérvia)

Assistentes: Milovan Ristic e Dali Djurdjevic (ambos da Sérvia)

Público: 42.873 pessoas

Cartões amarelos: Fernandinho e Fagner (Brasil); Alderweireld e Meunier (Bélgica)

Gols: BRASIL: Renato Augusto, aos 30 minutos do segundo tempo; BÉLGICA: Fernandinho (contra), aos 12, e De Bruyne, aos 30 minutos do primeiro tempo

BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Fernandinho, Paulinho (Renato Augusto), Willian (Roberto Firmino), Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus (Douglas Costa)

Técnico: Tite

BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Fellaini, Witsel, Meunier e Chadli (Vermaelen); De Bruyne, Lukaku (Tielemans) e Hazard

Técnico: Roberto Martínez







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