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CONFÚCIO NO JOGO POLÍTICO
CONFÚCIO NO JOGO POLÍTICO: A LENDA DO REI ARTHUR
O governador Confúcio Moura terá que provar no momento toda a sua astúcia, sabedoria e maturidade política
Publicado Quarta-Feira, 7 de Março de 2018, às 19:50 | Fonte da Redação 0
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O governador Confúcio Moura terá que provar no momento toda a sua astúcia, sabedoria e maturidade política

O governador Confúcio Moura terá que provar no momento toda a sua astúcia, sabedoria e maturidade política — habilidade esta que demanda muito tempo para ser maturada — e seguir à risca a Lenda do Rei Arthur, aquela que um jovem preparado nas ruas e que controla com muita competência e habilidade os becos de um pequeno vilarejo, sem conhecer ao certo sua predestinação, até aquela data, e se depara com o Ponto P, crucial e decisivo para sobreviver e quando teve poucos segundos para fazer uma escolha decisiva: vencer ou morrer e salvar a sua gente.

Ao ser desafiado pela espada, Rei Arthur teria que tomar difíceis decisões: enfrentar seus demônios ou aprender com seus próprios medos a dominar seus impulsos e minimizar a fúria do poder para conseguir unir seu povo e vencer a tirania do mal que destruiu sua família.

O Governador Confúcio Moura vive um momento muito semelhante ao do legendário Rei Arthur, um momento muito difícil, politicamente, uma espécie de encruzilhada política, um momento crucial — enquanto membros do parlamento estadual querem comer o seu fígado cru, fazem denúncias e planejam até um processo de impeachment — e o pior não se sabe, e seus opositores políticos se deparam com múltiplas aflições em enfrentar de proa o vice-Governador Daniel Pereira, um político em ascensão, de decisões corretas, sério e justo — nos dias atuais muito raro e perigoso em se afirmar — quando estes predicados despertam e aumentam a fúria e os receios desses parlamentares mencionados, se Daniel Pereira ascender o poder e fizer um ‘strike’ no Estado e afetar seus interesses.

Vamos concluir nossa crônica em tom de fábula política:

Na Arte da Guerra aprende-se que não se deve romper com um aliado e principalmente quando este aliado é um de seus fies escudeiros.

Na arte da política ocorrem indubitavelmente: perdedores e perdedores. Sempre que dois aliados se digladiam surgem sempre — ao invés de dois perdedores, agora, passam para três prejudicados. Os dois gladiadores e toda a população que acreditou, que apoio, votou e, agora, se decepciona, recebendo em resposta a fúria do poder.

O governador Confúcio Moura jamais poderia ter rompido com o vice-Governador Daniel Pereira, seria algo parecido se o Dom Quixote de la Mancha, na obra de Miguel de Cervantes, tivesse rompido com seu principal escudeiro e leal amigo Sancho Pancha. Jamais, jamais, Dom Quixote, em tempo algum, teria conseguido atingir os moinhos, mesmo que tenha sido em delírios;

Neste momento, o Governador Confúcio Moura terá que usar as “sandálias da humildade” e procurar se entender com o seu vice, Daniel Pereira, e prosseguir a caminha exitosa que até aqui conseguiram trilham, em consonância com os princípios da ética, do bom senso e do desenvolvimento do estado de Rondônia.

ESTUPIM DE TUDO:

Tendo como estopim e pivô de tudo — o que está ocorrendo e que gerou este “boom’ político que vem causando tanto desgaste na política tupiniquim de Rondônia, foi a simples filiação do Deputado Maurão de Carvalho nas fileiras do PMDB, hoje, MDB, de acordo com todos os caciques da legenda, e, daí ocorreu um efeito ‘tsinâmico’, em cascata: Deputado Maurão de Carvalho foi preterido a se tornar o candidato a governador pelo MDB; os deputados passaram a temer o vice-Governador Daniel Pereira no poder; os deputados planejaram viabilizar um impeachment para Confúcio Moura, de acordo com gravações veiculadas na mídia; os nervos se aguçaram e ocorreu o que nunca deveria ter ocorrido, o rompimento radical entre Confúcio Moura e Daniel Pereira.

Confúcio Moura vive a agonia do Rei Arthur da fábula e vive, agora, um momento crucial semelhante aquele que se passou com o protagonista da lenda, e chegou a hora H que ele (Confúcio) terá que por em prática tudo que aprendera, ao longo de sua vida profissional: quer como policial, quer como médico, como administrador, como Prefeito Municipal, como Deputado Federal e, agora, como Governador de Rondônia, em seu segundo mandato — onde as ruas e avenidas de todas as vilas, vilarejos e cidades se assemelham aos estreitos becos onde crescera e lutara o Rei Arthur — da lenda e onde quem detém o poder é cortejado por muitos e traído por vários.

Confúcio Moura terá que exorcizar muitos espíritos, dentre estes os seus próprios demônios e aprender a dominar os arroubos e ímpetos da fúria do poder — quando se sabe que tanto poder não tem conforto na cabeça, nas mãos e nos braços de administrador inabilitado e arrogante, que não é o caso de Confúcio Moura, porém, são situações paradoxais que levam ao extremo administrativo que oportuniza o desgaste administrativo, com depreciação de resultados e deixam hematomas políticas nas administrações e comprometem todo um histórico de lutas e de conquistas, em um árduo trabalho político, em detrimento de toda a população.

Desafiado e exigido pelo momento decisivo, onde todo minuto tem a duração de um século, Confúcio Moura terá que sair do muro e definir se continua ou fica no Governo e, a partir daí, preparar a sua despedida do Governo, providenciar a posse de Daniel Pereira, na cadeira de Governador do estado de Rondônia, sem trauma e com seu incondicional apoio, e, a partir daí, empunhar na mão direita a espada de luta — para percorrer e correr por várias vezes os 52 municípios do estado de Rondônia e reconfirmar os preciosos votos, principalmente aqueles mais duvidosos, e na mão esquerda segurar o mastro da bandeira de Rondônia, em nome da Ordem, do Progresso e do Desenvolvimento do estado de Rondônia.

MORAL DA HISTÓRIA:

CONFÚCIO MOURA:

No tabuleiro de xadrez do jogo político de Rondônia, dentre os possíveis 12 pré-candidatos que se apresentam para disputar as duas cadeiras ao Senador Federal, visualiza-se como praticamente garantida uma vaga reservada para o atual Governador Confúcio Moura, como se as urnas já houvessem sido apuradas e os votos divulgados, e a segunda vaga seria disputada entre os demais candidatos.

RESULTADO:

Confúcio Moura deverá ser eleito para um mandato de 8 anos como Senador da República.

DANIEL PEREIRA

De acordo com a lógica e coerência dos fatos, o vice-Governador Daniel Pereira, deverá ser empossado como Governador de Rondônia, e como fiel escudeiro e leal ao Governador Confúcio Moura, tem a fidelidade devida a sua legenda PSB e seria muito natural que decidisse apoiar para Senador as candidaturas de Confúcio Moura (MDB) e Jesualdo Pires (PSB), respectivamente, em detrimento do atual Senador Valdir Raupp, estrela do MDB, e para Governador o candidato de sua coligação, até então o Senador Acir Gurgarz (PDT), em detrimento do Candidato Maurão de Carvalho (MDB).

RESULTADO:

Daniel Pereira assumiria o Governo de Rondônia — com possibilidade em concorrer o Governo do Estado, caso o Senador Acir Gurgacz se torne inelegível após o julgamento no STF, ou, em última instância, posteriormente, no final do mandato, possa pleitear uma vaga de Conselheiro no TCE, a fim de continuar atuando em prol do desenvolvimento do estado de Rondônia.

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Antônio De Almeida Sobrinho é Graduado em Engenheiro de Pesca, Pós-Graduação (Lato sensu) em Análise Ambiental na Amazônia Brasileira e Pós-Graduação (Stricto sensu), em nível de Mestrado, em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente







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