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Alckmin terá dois palanques em São Paulo
Publicado Sábado, 3 de Março de 2018, às 12:24 | Fonte Veja.com 0

 
 

Alckmin (Evaristo Sá/AFP)

 

Em 1998, candidato à reeleição, o presidente Fernando Henrique Cardoso contou com dois palanques em São Paulo: um de Mário Covas (PSDB) e o outro de Paulo Maluf (PPB). Maluf derrotou Covas no primeiro turno, e foi por ele derrotado no segundo. Fernando Henrique se reelegeu direto no primeiro turno, batendo Lula.

Este ano, possível candidato do PSDB à sucessão do presidente Michel Temer, Geraldo Alckmin contará também com dois palanques em São Paulo: o do candidato do PSDB ao governo, provavelmente João Dória, e o de Márcio França (PSB), atual vice-governador, que assumirá o seu lugar em abril e será candidato à reeleição.

Em congresso que termina, hoje, em Brasília, o partido de França indicou com clareza que não apoiará oficialmente nenhum candidato à vaga de Temer. Cada seção estadual ficará à vontade para apoiar o candidato que preferir. Morre assim a mal nascida candidatura a presidente pelo PSB do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa

O PSB nos Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste deverá apoiar Alckmin. O PSB no Norte e do Nordeste, o candidato do PT, seja Lula ou qualquer outro. O partido disputará 10 governos estaduais com candidatos próprios. Sua direção acha que, hoje, teria chances de eleger cinco ou sete dos 10. A posição final do PSB só será anunciada em junho.

França empenhou-se nos últimos dois dias em convencer a maioria dos seus colegas de partido que o melhor seria declarar apoio à candidatura de Alckmin – fracassou. Assim como fracassaram os ex-deputados Aldo Rabelo (SP) e Beto Albuquerque (RS) que haviam se oferecido ao PSB para concorrer à presidência da República.

“Como vice de Alckmin, eu tenho que apoiar a candidatura dele a presidente”, explicou-se França a amigos. De líderes do PSB em outros Estados, França ouviu que o partido só poderia apoiar Alckmin se o PSDB apoiasse a reeleição dele, França. Era desejo de Alckmin que fosse assim. Mas não de Dória e dos que o apoiam para o governo.

 







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