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Centro de Diálise de Ariquemes amplia capacidade
Centro de Diálise de Ariquemes amplia capacidade de atendimento em menos de 4 anos de atividade
Pacientes da região do Vale do Jamari que fazem hemodiálise – tratamento realizado quando o rim para de funcionar –  passam a contar a partir desta segunda-feira (30) com ampliação da estrutura do Centro de Diálise de Ariquemes
Publicado Terça-Feira, 31 de Outubro de 2017, às 08:27 | Fonte da Redação 0
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Célia Oliveira, moradora de Cacaulândia, faz diálise há um ano.

Pacientes da região do Vale do Jamari que fazem hemodiálise – tratamento realizado quando o rim para de funcionar –  passam a contar a partir desta segunda-feira (30) com ampliação da estrutura do Centro de Diálise de Ariquemes, a cerca de 200 quilômetros da capital. Com investimento de R$ 1 milhão, foram entregues pelo governador Confúcio Moura 12 novas máquinas para diálise, ampliando para 35 o número de máquinas existentes.

Estrutura planejada, recebendo atualmente 140 pacientes que regularmente fazem diálise três vezes por semana, durante 4 horas em cada sessão, o local passa a ter capacidade para atender até 210 pacientes renais.

“Aqui não há falha do programa. Com esse número, só precisaremos ampliar novamente quando a região atingir pelo menos 500 mil habitantes”, disse o responsável técnico da unidade, nefrologista Carlos Jamal, atuando no centro desde o início há 3 anos e 10 meses.  De todos os pacientes atendidos, desde a inauguração, 9 foram transplantados.

“Todas as sessões são agendadas, marcadas rigorosamente, cada paciente usando a mesma cadeira”, explicou Jamal.

“Só quando há algum problema no equipamento, pode acontecer, é que a gente troca”, confirma Celia Oliveira da Silva, de 54 anos, que aguardava seu momento de fazer a diálise, rotina que enfrenta às terças, quintas e sábados, se deslocando de Cacaulândia, a 60 quilômetros de Ariquemes. Célia faz hemodiálise há um ano.

O governador Confúcio Moura contou que o Centro de Diálise saiu de um grito da cidade, da imprensa, da Câmara de Vereadores. “O movimento em Ariquemes criou uma energia positiva para criarmos o maior e melhor Centro de Dialise de Rondônia”, disse no ato de entrega da ampliação.

“Hoje é um desafio imenso ser secretário de saúde no Brasil, ainda mais manter um nível de saúde muito bom quanto o que temos em Rondônia. As reclamações de quem entra em nossos hospitais, se fizerem uma pesquisa, elas acabam quando saem. Vão dar uma nota excelente para o nosso governo”, disse Moura.

Confúcio Moura: “Não é fácil ser secretário da saúde no Brasil.”

Confúcio Moura disse também que em lugar nenhum do Brasil não dá para atender na hora. “Mas não existe em nenhum hospital privado do estado estrutura tão boa como o Hospital de Base e o Pronto Socorro João Paulo II que é pequeno e feio, mas tem uma quantidade de médicos especialistas a qualquer hora da madrugada. Você encontra neurologista, ortopedista e anestesista e uma cadeia de médicos clínicos que fazem a barreira. É uma atendimento igual  para todos”, disse.

“A gratidão é a mãe de todas as virtudes. E creio que não apenas eu, mas toda a população de Ariquemes, devem os ser muito gratos à pessoa do Confúcio Moura. Que desde a época de prefeito, e agora, tem honrado todos os compromissos com o nosso munícipio”, disse o prefeito Tiago Flores.

“O passado recente desses pacientes era andar 1.200 quilômetros para fazer três sessões de hemodiálise em Porto Velho. Essa estrutura passou pela desapropriação do terreno, projeto arquiteto, construção e equipamentos. São maquinas modernas, das melhores existentes no mundo, para a sessão de hemodiálise, esperança para o transplante. Transplante que foi implantado neste governo, no Hospital de Base, onde foi feito mais de 40 transplantes de rim”, disse o secretário da Saúde Wiliames Pimentel.

Não apenas novas máquinas foram adquiridas, mas também foi ampliada a estrutura de filtragem da água, engrenagem fundamental no processo de diálise, explicou o secretário adjunto Luiz Maiorquim. São feitas três filtragens da água para entrar no corpo humano e caminhar com o sangue, separadamente por meio de uma membrana semipermeável. O sangue é puxado por uma bomba circuladora, e na filtragem se retiram partículas e toxinas em excesso.

 

Fonte
Texto: Mara Paraguassu
Fotos: Esio Mendes
Secom - Governo de Rondônia







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