Rondônia, - 12:45
Últimas Política Amazônia Ciência e Saúde Agronegócios Capital Interior
Tecnologia Religião Artigos Fotojornalismo Nacional Anuncie Fale Conosco
   

 

Você está no caderno - POLÍTICA
Política
Sem renúncia de Temer, Freire entrega comando do Ministério da Cultura
Publicado Sexta-Feira, 19 de Maio de 2017, às 10:30 | Fonte Do G1, em Brasília 0
http://www.ariquemesonline.com.br/noticia.asp?cod=329036&codDep=19" data-text="Sem renúncia de Temer, Freire entrega comando do Ministério da Cultura

  
 
 

 

Roberto Freire e o presidente Michel Temer (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

Roberto Freire e o presidente Michel Temer (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

 

 

 

 

 

O ministro da Cultura, Roberto Freire, presidente do PPS, entregou pessoalmente nesta quinta-feira (18) ao presidente Michel Temer uma carta de demissão do cargo. Ele deixou o Palácio do Planalto por volta das 18h05.

Freire já havia afirmado, por meio de sua assessoria, que deixaria o governo porque o presidente Michel Temer decidiu não renunciar. O Palácio do Planalto também confirmou que ele entregou o cargo.

Em seu primeiro pronunciamento após a revelação, pelo jornal "O Globo", de que foi gravado pelo dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, dando aval para a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente afirmou que não teme delações premiadas e que permanecerá exercendo o mandato.

O PPS ocupava duas cadeiras na Esplanada dos Ministérios. Com o pedido de demissão de Freire, a sigla permanecerá apenas no comando do Ministério da Defesa. Em nota, o ministro Raul Jungmann informou que permanecerá no exercício de suas funções.

 

 

 

 

 

Políticos envolvidos na delação da JBS (Foto: Editoria de Arte/G1)

Políticos envolvidos na delação da JBS (Foto: Editoria de Arte/G1)

 

 

 

 

 

Pronunciamento

Temer fez um pronunciamento motivado pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. As delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, autorizou a abertura de inquérito para investigar o presidente.

"No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dubiedade e de dúvida não pode persistir por muito tempo", declarou Temer.

Temer, porém, admitiu que conversou com Batista sobre o pagamento feito a Eduardo Cunha.

"Houve, realmente, o relato de um empresário que, por ter relações com um ex-deputado, auxiliava a família do ex-parlamentar. Não solicitei que isso acontecesse. E somente tive conhecimento desse fato nessa conversa pedida pelo empresário", disse.

Ele afirmou que nunca autorizou que se pagasse a alguém para ficar calado. "Em nenhum momento autorizei que pagasse a quem quer que seja para ficar calado. Não comprei o silêncio de ninguém", declarou.

Temer disse que pediu oficialmente ao Supremo acesso ao conteúdo das delações, mas não conseguiu.

 








Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Veja também em POLÍTICA


“Nenhum petista me intimida”, diz Doria sobre manifestação
...


Mesmo após traições na CCJ, Temer assegura a tucano que PSDB fica no governo
...


Planalto arma ofensiva para evitar que Câmara aceite ação contra Temer
...


Senado vota hoje pedido de urgência para reforma trabalhista
...

 

::: Publicidade :::



:: Publicidade :::

 
350x90
 
 
  EMRONDONIA.COM
FALE CONOSCO  |  ANUNCIE  |  EQUIPE  |  MIDIA KIT   |  POLÍTICA DE PRIVACIDADE