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Polícia Federal investiga contrabando de camarões na região de Joinville
Publicado Quinta-Feira, 11 de Maio de 2017, às 12:18 | Fonte Notícias do Dia 0
http://www.ariquemesonline.com.br/noticia.asp?cod=328562&codDep=30" data-text="Polícia Federal investiga contrabando de camarões na região de Joinville

  
 
 

 

Os camarões da espécie Pleoticus müelleri têm importação proibida no Brasil desde 2013 - PF/Divulgação/ND


 

 

 

 

São cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, cinco de prisão preventiva, um de prisão temporária e seis de condução coercitiva, todos expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Federal de Joinville. Participam da operação cerca de 140 policiais federais, além de servidores do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e da Receita Federal, em Barra Velha, Piçarras, Penha e Itajaí.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações começaram a partir de uma fiscalização realizada por servidores do MAPA, em setembro de 2015, nas dependências de uma das empresas envolvidas no esquema, em Barra Velha. Naquela ocasião, foram apreendidos cerca de 400 kg de camarões Pleoticus müelleri, que são provenientes da Argentina.

 

 

 

 

Fraudes no processamento de pescados também são investigados nesta operação - PF/Divulgação/ND

 

 


 

Também foram verificados outros atos ilícitos, como o uso indevido do selo do SIF (Serviço de Inspeção Federal), que passa ao consumidor a falsa informação de que o produto foi processado por empresa inspecionada, quando isso na verdade não ocorreu.

Servidores constataram ainda, a utilização da substância tripolifosfato de sódio com o objetivo de agregar água ao camarão, para obter ganho artificial de peso. O nome da operação é uma referência ao composto químico.

Peritos criminais federais coletaram amostras dos produtos para exames com o fim de corroborar as provas produzidas com as apreensões já realizadas. Os investigados, na medida de sua participação, responderão pelos crimes de contrabando (reclusão de um a cinco anos), uso indevido de selo ou sinal (pena de dois a seis anos de reclusão), de emprego de substância não permitida (pena de um a cinco anos de reclusão), entre outros.

 





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