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Presidente da Assembleia do Rio, Jorge Picciani é alvo de condução coercitiva
Publicado Quarta-Feira, 29 de Março de 2017, às 08:24 | Fonte Correio do Estado 0
https://www.ariquemesonline.com.br/noticia.asp?cod=325177&codDep=19" data-text="Presidente da Assembleia do Rio, Jorge Picciani é alvo de condução coercitiva

  
 
 

 

Data: 01/10/2015 Editoria: Politica Reporter: Cristian Klein Local: Rio de Janeiro, RJ Pauta: Entrevista com o presidente da Alerj Setor: Legislativo Personagem: Jorge Picciani, presidente da Alerj - Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, fotografado durante a entrevista e no corredor da Alerj, no centro do Rio Tags: falando, gesticulando, familia, filhos, deputados, rosa, pecuarista Fotos: Leo Pinheiro/Valor ***FOTO DE USO EXCLUSIVO FOLHAPRESS***

Divulgação - Foto do site Folha de São Paulo - O presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB) - Leo Pinheiro - 1º. out. 2015/Valor

 

 

O presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), Jorge Picciani (PMDB), é alvo de condução coercitiva na operação O Quinto do Ouro, deflagrada na manhã desta quarta (29) pela Polícia Federal no Rio.

 

Cinco dos sete conselheiros do TCE (Tribunal de Contas do Estado) são alvos de prisão temporária: Aloysio Neves, Domingos Brazão, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar e José Maurício Nolasco.

 

A força-tarefa desta quinta não está no âmbito da Lava Jato. É fruto da operação Descontrole, deflagrada em dezembro de 2016, que investiga crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva praticados pelos membros do TCE.

 

A Quinto do Ouro investiga pagamentos de vantagens indevidas por meio de desvios de contratos com órgãos públicos. Os conselheiros do TCE são suspeitos de receber propina como contrapartida para favorecer a análise de contratos atrasados sob fiscalização do órgão.

 

Também está sob investigação a um "fundo especial" do Tribunal para pagar contratos do ramo alimentício atrasados com o Executivo do Estado. A suspeita é que servidores receberiam uma porcentagem por cada contrato faturado.

 

O nome da operação é uma referência ao quinto da Coroa, imposto de 20% que Portugal cobrava dos mineradores no período colonial.

 

No total, a força-tarefa cumpre 43 mandados, incluindo os de busca e apreensão e de bloqueio de bens. Todos determinados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça). Além do Rio, a operação acontece em Duque de Caxias e em São João do Meriti.

 







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