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Embarcação naufraga no rio Madeira
Embarcação com passageiros naufraga no rio Madeira
Barco de pequeno porte seguia viagem rumo a Borba. Polícia faz buscas por desaparecidos, incluindo crianças.
Publicado Quinta-Feira, 9 de Março de 2017, às 18:41 | Fonte A Crítica/AM 0
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Vinicius Leal
Manaus (AM)
Uma lancha com cerca de 20 passageiros afundou no final da manhã desta quinta-feira (9), por volta das 12h30, no rio Madeira, nas proximidades dos municípios de Autazes e Nova Olinda do Norte, localizados a 113 e a 135 quilômetros de Manaus, respectivamente. A polícia confirmou cinco pessoas desaparecidas, sendo três homens e duas crianças, e 14 sobreviventes, que foram hospitalizados.
 
Segundo a Marinha do Brasil e a Polícia Militar, a embarcação de pequeno porte chamada Vó Mulata saiu da comunidade de Rosarinho, em Autazes, faria parada em Nova Olinda do Norte, e seguiria viagem para Borba, a 151 quilômetros da capital, quando apresentou problemas e afundou. A comunidade do Rosarinho fica no final da rodovia estadual AM-254, que interliga a BR-139. As causas do acidente ainda serão investigadas.
 
 
De acordo com a Polícia Militar, entre os cinco desaparecidos estão três homens, incluindo um professor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), e mais duas crianças. Entretanto, o número pode ser maior. “As informações ainda são desencontradas com relação aos desaparecidos”, divulgou a PM. Entre os sobreviventes estão 14 pessoas, que foram resgatadas e encaminhadas ao Hospital de Nova Olinda do Norte Dr. Galo Manoel Ibanes. O estado de saúde deles não foi confirmado
 
Entre os passageiros também havia indígenas, segundo informou Gilmar Assunção, coordenador da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Nova Olinda. “Não tem como precisar, mas tinha mais de 20 pessoas. A informação é que cerca de dez conseguiram se salvar, e o restante não foram encontrados, inclusive crianças. Já confirmamos dois indígenas entre os sobreviventes, um homem e uma mulher, e estamos à procura de outro indígena, mas nem todos eram”, disse.
 
 
Segundo o coordenador da Funai, o barco apresentou problemas quando se aproximava do porto de Nova Olinda. “A lancha saiu do porto de Rosarinho, em Autazes, faria parada em Nova Olinda e seguiria para Borba. No momento que chegou perto do porto apresentou um problema no motor, aí parou e saiu à deriva no rio. Depois passou por debaixo de uma balsa que estava no cais. Alguns conseguiram se salvar, outros não. E a população mesmo está indo atrás das vítimas, em pequenas embarcações. Mas aqui a correnteza é muito forte”.
 
Conforme a PM, a embarcação tombou e, em seguida, naufragou. “A lancha expresso perdeu a direção e tombou, vindo afundar, e por conta da correnteza do rio os tripulantes foram para baixo de uma balsa que estava parada no porto”, divulgou o órgão, em nota. “Existe a suspeita que o eixo de direção da lancha tenha quebrado e com a velocidade tenha acontecido o acidente. Pessoas foram resgatadas e existem desaparecidos, entre elas crianças”.
 
 
Além da PM e da Guarda Municipal de Nova Olinda do Norte, uma equipe do Corpo de Bombeiros foi enviada ao local para auxiliar nas buscas. A Marinha do Brasil também informou que autorizou o deslocamento da aeronave de serviço do 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral com uma equipe médica embarcada para o esclarecimento da área.
 

O delegado Mauro Roberto Canele, titular da Delegacia de Nova Olinda do Norte, está a frente das investigações. “Ele não tem informação concreta para passar porque está em diligência, mas vamos reunir dados e divulgar”, divilgou a assessoria de imprensa da Polícia Civil. O piloto da lancha foi conduzido até a delegacia para prestar depoimento. 

 

 

 

Leia mais:

A Crítica/AM

Marinha e Bombeiros enviam reforços para buscas após naufrágio de N. Olinda do Norte

 

A PM confirmou cinco desaparecidos, sendo duas crianças e três homens, incluindo um professor da UEA; 14 sobreviveram

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A Marinha do Brasil e o Corpo de Bombeiros enviaram reforços para os trabalhos de buscas após naufrágio de uma lancha com cerca de 20 passageiros no município de Nova Olinda do Norte, a 135 quilômetros de Manaus. A Polícia Militar confirmou cinco desaparecidos, sendo duas crianças e três homens, incluindo um professor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA); 14 sobreviveram e foram hospitalizados.

 

A lancha chamada Vó Mulata afundou no final da manhã de hoje, por volta das 12h30, no rio Madeira. A embarcação de pequeno porte saiu da comunidade de Rosarinho, em Autazes, a 113 quilômetros de Manaus, faria parada em Nova Olinda do Norte, e seguiria viagem para Borba, a 151 quilômetros da capital, quando apresentou problemas e afundou.

 

 

Entre os passageiros também havia indígenas, segundo informou Gilmar Assunção, coordenador da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Nova Olinda. “Não tem como precisar, mas tinha mais de 20 pessoas. A informação é que cerca de dez conseguiram se salvar, e o restante não foram encontrados, inclusive crianças. Já confirmamos dois indígenas entre os sobreviventes, um homem e uma mulher, e estamos à procura de outro indígena, mas nem todos eram”, disse.

 

Conforme a PM, a embarcação tombou e, em seguida, naufragou. “A lancha expresso perdeu a direção e tombou, vindo afundar, e por conta da correnteza do rio os tripulantes foram para baixo de uma balsa que estava parada no porto”, divulgou o órgão, em nota. “Existe a suspeita que o eixo de direção da lancha tenha quebrado e com a velocidade tenha acontecido o acidente. Pessoas foram resgatadas e existem desaparecidos, entre elas crianças”.

 

Outros casos

 

Outros dois casos envolvendo embarcações foram registrados no Amazonas nesta quinta-feira (9). Em Itapiranga um menino de 3 anos desapareceu após cair de uma balsa no rio Uatumã. Em Caapiranga, três crianças desapareceram após uma canoa afundar no rio Manacapuru, próximo a comunidade Dominguinhos, sendo que duas crianças já foram encontradas.

 

 








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