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Política
Cardozo afirma ter ''absoluta convicção'' de que não há ilegalidade na campanha de Dilma
Publicado Domingo, 14 de Fevereiro de 2016, às 11:52 | Fonte Jornal do Brasil 0

 
 

 Ministro da Justiça também afirmou que Lula se comporta com "grande lisura"

 
 
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta sexta-feira (12) ter "absoluta convicção" de que não houve caixa 2 na campanha da presidente Dilma Rousseff em 2014.
 
"Tenho absoluta convicção de que na campanha na presidente Dilma não houve situação nenhuma de pagamentos ilegais. Já há tantos processos, e as contas foram aprovadas, tudo absolutamente regular. Não vejo constrangimento", afirmou.
 
Cardozo acrescentou que o próprio tesoureiro petista, o hoje ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, sempre reafirmou a legalidades das contas partidárias.
 
 
José Eduardo Cardozo: ""Tenho absoluta convicção de que na campanha na presidente Dilma não houve situação nenhuma de pagamentos ilegais"
 
A Operação Lava Jato investiga pagamentos atribuídos a subsidiárias da Odebrecht em contas no exterior controladas pelo marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas de Dilma em 2010 e 2014.
 
O ministro da Justiça também comentou a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Como pessoa que conhece o presidente Lula há muito tempo, sempre o tive como um grande líder, sempre o tive como uma pessoa que se comporta com absoluta lisura. Isso como testemunha de vida, e não de ministro. Eu atribuí sim, não no âmbito da investigação, mas no âmbito da política, em que há muitos setores da oposição em criar situações que atinjam a imagem de uma pessoa que foi um presidente indiscutivelmente aplaudido durante todo o período da sua gestão pelas substantivas melhoras e mudanças que empreendeu no país. Portanto há sem sombra de dúvida uma luta política em torno disso, em que setores oposicionistas tentam obviamente maximizar situações que evidentemente não podem ensejar pré-julgamentos, condenações", afirmou Cardozo.
 
O ministro adiantou que deve pedir à Polícia Federal para averiguar se houve vazamento de informações da investigação, uma vez que o inquérito envolvendo o marqueteiro de Dilma está sob sigilo.
 
"O vazamento, quando é ilegal, prejudica a investigação e, muitas vezes, atinge pessoas que podem não ter nada (de ilegal). E, nesses casos, garanto que os espaços de resposta não são os mesmos", criticou Cardozo.









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