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Manchete dos Jornais: Acordos salariais já perdem para inflação
Triplica parcela das negociações que obtêm reajuste inferior ao INPC Alta dos preços e piora no emprego atrasam convenções coletivas e reduzem ganhos salariais
Publicado Terça-Feira, 19 de Maio de 2015, às 08:55 | Fonte Radiobras 0
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19 de maio de 2015

O Globo

 

Manchete : Acordos salariais já perdem para inflação

Triplica parcela das negociações que obtêm reajuste inferior ao INPC

Alta dos preços e piora no emprego atrasam convenções coletivas e reduzem ganhos salariais

No primeiro trimestre deste ano, 11% dos acordos salariais fechados em 2.121 convenções coletivas só garantiram aumento salarial inferior ao INPC, índice de inflação que é a referência nessas negociações. O resultado é bem pior que o obtido no ano passado, quando a parcela dos reajustes inferiores à inflação era um terço disso, ou 3,5% do total. O levantamento da Fipe, com base em dados do Ministério do Trabalho, mostra ainda que o número de acordos fechados este ano diminuiu, o que indica que os trabalhadores estão enfrentando negociações mais duras, informam CLARICE SPITZ e MARCELLO CORRÊA. (Pág. 17)

Aumento de impostos em estudo

Além de corte de R$ 70 bi a R$ 80 bi no Orçamento, admitido ontem pelo ministro Joaquim Levy, a área econômica do governo estuda aumentar ao menos três impostos para compensar mudanças feitas pelo Congresso nas propostas de ajuste fiscal. (Pág. 3)

FH: ‘Nunca se roubou tanto’

No programa de TV do PSDB, hoje, o ex-presidente Fernando Henrique dirá, sobre governos do PT, que “nunca se roubou tanto em nome de uma causa”. (Pág. 7)

Supremo quebra sigilo de Collor

O STF determinou a quebra do sigilo bancário e fiscal do senador Fernando Collor (PTB-AL), investigado pela Lava-Jato. (Pág. 6)

Auditoria tinha lista suspeita

Áudio de reunião do conselho da Petrobras mostra que a auditoria PwC elaborou lista com 35 nomes de diretores, gerentes e ex-gerentes sob suspeita de desvios. (Pág. 19)

Ilimar Franco

Fora, PMDB

Uma ala do PT do Rio fará manifestação contrária à manutenção da aliança com o PMDB na prefeitura da capital. Os petistas têm o atual vice, Adilson Pires, e rejeitam aprovar o candidato do prefeito Eduardo Paes, o deputado federal Pedro Paulo. O senador Lindbergh Farias e os deputados Jorge Bittar e Alessandro Molon querem construir uma alternativa à esquerda. (Pág. 2)

Merval Pereira

Tempo de desencontros

Uma das questões mais delicadas da negociação política é a compatibilização do tempo dos parlamentares com o dos governantes. No Brasil, até recentemente, os governantes determinavam o tempo dos políticos, consequência de um hiperpresidencialismo de fato que vigorava. (Pág. 4)

Míriam Leitão

Petrobras no balanço

Apesar do respiro do primeiro trimestre, em que a Petrobras teve resultado positivo, ainda há um longo caminho a fazer para corrigir os erros dos últimos anos. É cedo, portanto, para comemorar. O endividamento líquido subiu R$ 50 bilhões, para R$ 332 bi, e é quase três vezes o seu valor de mercado no balanço. Por isso, o valor da ação oscilou: a notícia do lucro não é tão boa quanto parece. (Pág. 18)

Editoriais

Chegou o momento de decidir o caminho do ajuste fiscal

Para reequilibrar as finanças públicas, o governo terá de cortar o Orçamento. A alternativa do aumento de impostos prolongará o sacrifício e retardará a recuperação (Pág. 14)

Farra partidária com dinheiro do contribuinte

Já é enorme a participação de recursos públicos na vida política, e ela crescerá ainda mais se vingar a proposta da estatização completa das finanças de campanha (Pág. 14)

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Zero Hora

 

Manchete : Votação de MPs no Congresso vai indicar cortes no orçamento

Planalto tenta garantir aprovação de medidas que aumentam arrecadação e reduzem despesa para que impacto na revisão dos gastos seja menor (Notícias | 10, 19 e 21)

Collor terá seu sigilo quebrado

Senador é um dos 50 políticos investigados pelo STF na Lava-Jato (Notícias | 9)

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Brasil Econômico

 

Manchete : Petrobras garante ter liberdade para reajustar os preços

A mudança de discurso da estatal com relação à autonomia na política de preços não convenceu os analistas. Em todo o período de governo Dilma, a área de refino da empresa acumula um prejuízo superior a R$ 60 bilhões, sem contar com os efeitos da Operação Lava Jato. Cálculos do mercado mostram que a margem que garantiu o lucro da empresa no primeiro trimestre foi consumida pelo câmbio. E o discurso será posto à prova. (Pág. 10 e 11)

Ajuste pode vir com alta de impostos

O contingenciamento a ser anunciado esta semana ficará entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões, dependendo da aprovação das MPs no Congresso. O ministro Joaquim Levy disse que a alta dos impostos também está sendo avaliada para chegar à meta estabelecida. (Pág. 4)

Mais um Dia D para o governo na briga com o Congresso

No Senado, aprovação do jurista Luiz Edson Fachin para a vaga do Supremo dependerá de humor de Renan Calheiros. Na Câmara, o desafio será a votação do projeto de lei que diminui desoneração da folha de pagamento. (Pág. 3)

‘Fundo do poço’ no 2º trimestre. Depois, melhora 

Expectativa é que retração se acentue até junho, alcançando queda de 1% no período, para só então iniciar lenta recuperação. (Pág. 6)

Alta da Selic afeta pouco a inflação 

A alta de seis pontos percentuais desde abril de 2013 dos juros básicos da economia foram insuficientes para controlar o aumento dos preços e BC tenta dar "choque de credibilidade". (Pág. 18)

Olhar do Planalto

José Negreiros

OS RISCOS DO IMPOSTO POR DECRETO

A proposta do ministro Joaquim Levy de aumentar impostos por meio de decreto é viável ou uma especulação sobre a maneira de resolver um quebra-cabeças político? Está mais para a segunda hipótese. (Pág. 2)

Relatório D.C.

Rogerio Studart

A INFRAESTRUTURA E A CHINA

Chega hoje ao Brasil o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang. Traz consigo uma comitiva de 150 empresários, e diversas propostas de negócios — dentre as quais a de aplicar US$ 50 bilhões na nossa infraestrutura. (Pág. 5)

O mercado como ele é...

Luiz Sergio Guimarães

EQUILIBRISTAS AGUARDAM AJUSTE

Equilibristas em cima do muro, no aguardo das definições na área fiscal, os mercados de câmbio e juros futuros só balançaram ontem ao sabor dos ventos internacionais. As altas foram meros ajustes aos ativos globais. (Pág. 20)

Ponto Final

Octávio Costa

A TESOURA AFIADA DE LEVY

Prepare o seu coração para as coisas que o governo Dilma vai cortar. Na próxima quinta-feira será anunciado o tamanho do contingenciamento de gastos do Orçamento, que deverá ficar entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões. O objetivo é fazer o esforço possível para cobrir os juros da dívida pública, ao assegurar a meta de superávit primário de 1,2% do PIB. (Pág. 32)

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Folha de S. Paulo

 

Manchete : Aprovação do ajuste indicará valor de corte do Orçamento

Redução pode superar R$ 70 bi se Câmara mantiver desoneração da folha salarial

A presidente Dilma acertou com a equipe econômica que o corte do Orçamento deve ser de, no mínimo, R$ 70 bilhões. O valor final, porém, dependerá da votação das medidas do ajuste fiscal, principalmente da que reduz os benefícios da desoneração da folha de pagamento para os empresários. Após reunião com o vice Michel Temer, o ministro Joaquim Levy (Fazenda) foi na mesma direção. Ele disse que a “a ordem de grandeza” será de R$ 70 bilhões a R$ 80 bilhões e que o número final dependerá das votações. O objetivo do governo com o corte é garantir o cumprimento da meta de superavit de R$ 66 bilhões do setor público para este ano. A votação do projeto que reduz os benefícios da desoneração está prevista para esta quarta (20) na Câmara dos Deputados. A aprovação poderia render R$ 5, 3 bilhões ao Tesouro neste ano. O texto enviado pelo governo eleva de 1% para 2,5% a contribuição previdenciária cobrada sobre o faturamento de setores da indústria e de 2% para 4,5% para a área de serviços. (Mercado a15)

Delator afirma ter utilizado dinheiro de corrupção no comitê de Richa (Poder A7)


Crise segura lançamento de construtoras no 1º trimestre

Das 13 maiores incorporadoras de capital aberto do país, 6 não lançaram imóveis no primeiro trimestre. São elas: Brookfield, Even, Tecnisa, Rossi, João Fortes e Rodobens. Entre as que fizeram lançamentos, colocaram à venda menos unidades. Os motivos são o estoque alto e a baixa procura, devido ao aumento dos juros e ao crédito escasso. (Mercado a11)

Por economia, plano de saúde premia cliente que emagrece

Mensalidade menor. Notebook. Viagem internacional mais barata. Planos de saúde têm oferecido benefícios e prêmios para incentivar o usuário a perder peso, ter uma vida saudável e, no caso de grávidas, fazer o pré-natal corretamente. As metas são reduzir os gastos com despesas médicas e subir no ranking da agência que regula o setor. (Cotidiano B1)

Trabalhadores de obras dos Jogos Olímpicos do Rio entram em greve (Esporte B7)


Luiz Eduardo Carneiro

É essencial para o Brasil manter seu compromisso com o conteúdo local

A indústria do petróleo precisa continuar avançando na construção de um parque industrial que produza os equipamentos necessários para que a exploração do pré-sal seja referência mundial. Postergar ou suspender esse processo, que cri a empregos e gera riquezas, só terá um prejudicado: o Brasil. (Opinião a3)

Editoriais

Leia “Cidades nas sombras”, acerca de Lei de Acesso à Informação, e “Prevenção catastrófica”, a respeito de combate a desastres naturais. (Opinião A2)
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