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Futuro da Previdência - Impacto de mudança chega a R$ 2,5 trilhões em 35 anos
Novo cálculo para aposentadorias deverá ser vetado por Dilma Regra que na prática extingue o fator previdenciário pode dobrar o rombo do INSS até 2050. Levy sugere que aprovação da medida poderia resultar em aumento de impostos para compensar perdas
Publicado Sexta-Feira, 15 de Maio de 2015, às 08:35 | Fonte Radiobras 0
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15 de maio de 2015

O Globo

 

Manchete : Futuro da Previdência - Impacto de mudança chega a R$ 2,5 trilhões em 35 anos

Novo cálculo para aposentadorias deverá ser vetado por Dilma

Regra que na prática extingue o fator previdenciário pode dobrar o rombo do INSS até 2050. Levy sugere que aprovação da medida poderia resultar em aumento de impostos para compensar perdas

A mudança no cálculo da aposentadoria aprovada anteontem à noite na Câmara deve ter enorme impacto fiscal, com custo extra estimado em R$ 2,5 trilhões até 2050, o que dobraria o rombo da Previdência Social. Se for aprovada também no Senado, a alteração, que na prática extingue o chamado fator previdenciário, deve ser vetada pela presidente Dilma. Pela regra aprovada, contribuintes cuja soma da idade e do tempo de contribuição atingir 85 (mulheres) e 95 (homens) não terão redução na aposentadoria. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deu a entender que a mudança pode resultar em aumento de impostos. Para evitar a derrubada do provável veto de Dilma, o governo já trabalha numa nova fórmula de cálculo para negociar com o Congresso. A bancada do PT na Câmara ajudou a derrotar o Planalto e vive uma crise. (Págs. 3 e 4)

Número de servidores dobrou na UFRJ

Apesar da crise que enfrenta hoje por falta de pagamento a terceirizados, o número de funcionários da UFRJ cresceu 97% de 2003 a 2013, uma variação muito maior que a de matrículas na graduação (57%) ou a de docentes em atividade (23%), informa RAPHAEL KAPA. Ontem, a reitoria foi invadida por alunos, e a Arquitetura parou. (Pág. 25)

Crimes no Rio - Mortes por arma de fogo caem 66%

Estudo do Mapa da Violência revela que a cidade do Rio teve redução de 65,9% em mortes por arma de fogo, a maior do país, de 2002 a 2012. No estado, a queda foi de 50%. (Pág. 10)

Justiça bloqueia meio bilhão

As construtoras Camargo Corrêa e Galvão Engenharia tiveram R$ 544 milhões bloqueados pela Justiça. Quatro ex-deputados foram denunciados à Justiça. (Pág. 8)

Relator propõe mandato de 10 anos no Senado

O relator da reforma política, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), propôs que todos os cargos eletivos sejam preenchidos numa única eleição, com mandatos de cinco anos. A exceção seriam os senadores, que teriam dez anos em vez de oito. (Pág. 5)

Ilimar Franco

Governo Dilma e PSDB juntos

O governo e os tucanos deram as mãos. Ambos dizem que o aprovado não é o fim do Fator, mas apenas uma mudança. O Planalto quer mitigar a derrota. Os tucanos, mascarar a incoerência. A tese da mudança é a de que os futuros aposentados poderão escolher entre dois sistemas. Mas qual aposentado adotará o que reduz seus direitos? O sistema atual vai sobreviver no papel (e residual), mas não na vida real. O Fator foi sepultado. (Pág. 2)

Merval Pereira

Hora da reforma

A presidente Dilma ganhou uma grande oportunidade de tornar realidade o que a propaganda governista está espalhando pela internet, sintetizado pela retórica tosca do líder do PT, José Guimarães, que disse da tribuna: “A oposição late, e o governo vota”. (Pág. 4)

Míriam Leitão

Ameaça ao futuro

O Brasil é um dos três países do mundo que não têm idade mínima para se aposentar. Mesmo sendo um país ainda jovem, no ano passado foram gastos R$ 394 bilhões, cera de 7,1% do PIB, só com o INSS. Por razões demográficas, o número de aposentados vai crescer 4% ao ano até 2030. A decisão da Câmara de aprovar a flexibilização do Fator Previdenciário é uma irresponsabilidade, mas o pior erro é do governo. (Pág. 20)

Editorial

Câmara é irresponsável ao alterar previdência

Se o Senado não consertar a insanidade, caberá à presidente Dilma vetar a mudança porque se trata de mero jogo demagógico (Pág. 16)

Empreiteiro pode reforçar evidências no petrolão

A decisão de Ricardo Pessoa, da UTC, de fechar acordo de delação premiada pode ajudar o MP nas denúncias à Justiça eleitoral de ‘lavagem ’ de propinas (Pág. 16)

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Zero Hora

 

Manchete : Sartori lançará plano de 100 metas

Cinco meses depois da posse, governador inaugura agenda positiva e apresenta programa que cobrará de secretários resultados de objetivos a serem cumpridos até o final do ano (Notícias | 10)

Pátio cheio

Carros enfileirados mostram a queda de vendas no setor e evidenciam a ameaça ao emprego – no último ano houve redução de quase 15 mil vagas no país. Na GM, que acumula veículos no Velopark, em Nova Santa Rita, produção foi retomada após dois dias. (Notícias | 6 e 7)

Operação Lava-Jato - MP denuncia ex-deputados

Os quatro políticos são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro (Notícias |12)

Fator Previdenciário - Possível veto de Dilma em debate

Senado deve manter as mudanças na MP aprovadas pela Câmara (Notícias | 14)

Enem muda para reduzir ausências

Candidato isento que faltar ao exame será punido. Inscrições começam no dia 25 (Sua Vida | 32)

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Brasil Econômico

 

Manchete : Inflação e desemprego afetam venda do comércio

A deterioração da renda real dos trabalhadores chegou à mesa das famílias, provocando retração do setor alimentício pelo terceiro trimestre consecutivo. Entre janeiro e março, a queda acumulada nas vendas é de 1,3%. O comércio registrou no período recuo de 0,8%, o pior desempenho desde 2003. (Pág. 5)

BB dobra lucro

O Banco do Brasil registrou ganho de R$ 5,8 bilhões no primeiro trimestre deste ano, mais do que o dobro do mesmo período de 2014. O resultado foi inflado por R$ 3,2 bilhões da venda de parte da sua operação de cartões para a Cielo, da qual é sócio. Sem isso, o lucro seria de R$ 3 bilhões. (Págs. 20 e 21)

Sem torcedores, arenas da Copa só dão prejuízo

Amazonas, Mato Grosso e Distrito Federal gastam juntos cerca de R$ 2 milhões por mês apenas para manter os estádios. O valor é bem acima do que conseguem arrecadar com poucos jogos ou shows. Em Brasília, a arena mais cara da Copa virou sede de três secretarias do governo. (Págs. 12 e 13)

Lula e Renan discutem relação com o governo 

Para evitar um desastre no ajuste fiscal, até agora aprovado com alterações, ex-presidente encontrou presidente do Senado, que exprime sinais dúbios na relação com o Planalto. (Pág. 3)

Dilma defende conteúdo local na exploração do pré-sal 

Presidenta garante que modelo de partilha também será mantido em seu governo. (Pág. 9)

Olhar do Planalto

José Negreiros

PROBLEMA DE AJUSTE FISCAL

É assim que o mercado passou a se referir ao "programa de ajuste fiscal", depois da derrota sofrida na quarta-feira pelo governo na votação que derrubou o fator previdenciário. A apreensão aumentou porque os especialistas se cansaram de tantos tropeços, cortes, desentendimentos a respeito de um assunto sobre o qual deveria haver um mínimo de consenso. (Pág. 2)

Sintonia Fina

Julio Gomes de Almeida

COMÉRCIO, INDÚSTRIA E IMPORTAÇÃO

O primeiro trimestre do corrente ano reproduz o leque que, desde a volta do crescimento da economia após a retração em 2009, devido à crise global, se abriu entre o varejo no mercado interno e a evolução industrial. (Pág. 7)

O mercado como ele é...

Luiz Sérgio Guimarães

RECESSÃO BATE FORTE E JURO CAI

A desaceleração da economia já bate com força no comércio. As vendas varejistas caíram 0,9% em março. Foi um tombo maior do que o projetado pelos analistas, de 0,4%. O dado ruim de fevereiro foi revisado para pior, de 0,1% para -0,4%. Com o comércio, o IBGE fechou ontem a série principal de indicadores referentes a março. (Pág. 22)

Mundo Emergente

Florência Costa

DIPLOMACIA DOS TRILHOS

O novo cartão de visitas da diplomacia chinesa é o seu sistema ferroviário de alta velocidade. Pequim negocia hoje com pelos menos 28 países — incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, Índia e Brasil — projetos de exportação de tecnologia neste setor. O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, que chega ao Brasil na segunda-feira (18), é a autoridade chinesa encarregada de entregar no mundo todo este cartão de visitas, o que vem fazendo há algum tempo, já com resultados concretos. (Pág. 25)

Ponto Final

Octávio Costa

ONDE ESTÁ O PLANO LEVY?

(...) Em Londres, Levy afirmou que a desaceleração da economia é temporária. Se tudo correr bem, após o sacrifício deste ano, ainda teremos dias de bonança até o fim do governo Dilma Rousseff. A sinceridade do ministro lhe vale muitos aplausos no exterior, principalmente quando se dirige a dirigentes do mercado financeiro. (Pág. 32)

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Folha de S. Paulo

 

Manchete : Após derrota, Dilma quer nova fórmula para aposentadorias

Governo busca alternativa para cálculo aprovado na Câmara; Levy fala em aumento de impostos

A presidente Dilma Rousseff determinou a sua equipe que acelere negociações com as centrais sindicais para definir uma nova fórmula de aposentadoria do trabalhador que substitua o atual fator previdenciário. O debate, previsto para junho, foi antecipado após derrota do governo na Câmara. Os deputados criaram uma alternativa ao fator previdenciário, que inibe aposentadoria precoce. Essa opção pode elevar o valor do benefício. A nova alternativa, chamada de fórmula 85/ 95, permite a aposentadoria integral, sem o redutor do fator previdenciário, sempre que a soma da idade com o tempo de contribuição der 85 para mulher ou 95 para homem. Depois de a Câmara reduzir a economia prevista no pacote fiscal do governo, o ministro Joaquim Levy (Fazenda) alertou os congressistas para terem cuidado a fim de não criarem necessidade de elevar os impostos. “Muita gente diz que a retirada do fator previdenciário vai aumentar despesa, portanto aumentar impostos.” A equipe econômica já prepara uma lista de tributos que podem subir para compensar as perdas. (Poder a4)

Procuradoria acusa políticos pela 1ª vez no caso Lava Jato

Pela primeira vez na Lava Jato, quatro políticos foram acusados formalmente de corrupção e desvio de recursos da Petrobras pelo Ministério Público Federal. São eles: os ex-deputados federais André Vargas (ex-PT-PR, sem partido) e Luiz Argôlo (SD-BA), além de Pedro Corrêa (PP-PE) e sua filha Aline Corrêa (PP-SP). Eles negam as acusações. (Poder a8)

Presidente diz que regra de conteúdo nacional não muda

Contrariando discurso feito na semana passada pelo ministro de Minas e Energia, a presidente Dilma afirmou que não haverá mudanças na política de conteúdo nacional, que estabelece percentual mínimo de contratação na indústria brasileira. Ela também defendeu a manutenção do regime de partilha na exploração de petróleo no pré-sal. (Mercado a17)

Vinicius Torres Freire

Debate Previdência 

Revés do governo é obra também da oposição mesquinha (Mercado A20)

Solange Paiva Vieira

Debate Previdência

Brasil deve escolher entre benefício justo ou alta de impostos (Opinião A3)


Hélio Schwartsman

Debate Previdência

Cada pessoa deveria cuidar da poupança para a própria velhice (Opinião A2)

Editoriais

Leia “Mais um passo”, sobre delação premiada de empresário, e “Europa em recuperação”, acerca de crescimento do PIB da região no primeiro trimestre. (Opinião A2)
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