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desemprego na Zona Franca de Manaus
Mais de 15 mil empregos já foram cortados na Zona Franca de Manaus
Os cortes começaram logo após a copa do mundo, segundo reportagem publicada no site O Globo
Publicado Terça-Feira, 12 de Maio de 2015, às 16:48 | Fonte Com informações de agências / portal@d24am.com 0
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Manaus - Fabricantes de bens duráveis (eletrodomésticos, eletrônicos e automóveis) tem passado por uma onda de demissões desde o ano passado. Na Zona Franca de Manaus, os cortes começaram logo após a Copa do Mundo, segundo o site O Globo. Na publicação, Wilson Périco, presidente do Centro das Indústrias do Amazonas (Ciam), informa que de outubro a fevereiro 10 mil trabalhadores haviam sido demitidos,  somando-se março e abril, são mais de 15 mil postos cortados.
 
O levantamento feito pela reportagem calcula que pelo menos 50 mil vagas foram fechadas. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), houve uma queda de 15,5% na produção das empresas do setor no primeiro trimestre, agravando o quadro de 2014, quando 6,1 mil postos de trabalho foram eliminados. Outros 1.030 empregados do setor perderam o emprego entre janeiro e março.
 
Segundo reportagem, os fabricantes de televisores Samsung e LG; a Whilrpool, dona das marcas Brastemp e Consul; e as montadoras de motocicletas foram as empresas que mais demitiram. Na Whilrpool, além da fábrica de Manaus, os cortes atingiram as unidades da empresa localizadas em Joinville (SC) e Rio Claro (SP). Ao todo, a empresa eliminou três mil vagas.
 
Segundo Périco, as expectativas para o setor não são boas para este ano. “O consumidor está com medo de perder o emprego e não compra esses produtos mais duráveis. Ele só não deixa de comprar alimentos”, afirmou.
 
Ainda conforme o presidente da Ciam, empresas do polo industrial planejam férias coletivas para cerca de oito mil trabalhadores em férias coletivas a partir deste mês.
 

O temor do desemprego, a inflação alta e a queda do consumo diante das incertezas sobre a extensão do ajuste fiscal são fatores citados pelos economistas para o movimento de corte de pessoal na indústria. De acordo com Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), as taxas de desemprego devem persistir. “O nível de desemprego deve ficar de dois a três pontos acima do registrado no ano passado. Isso significaria que o desemprego medido pela Pnad Contínua do IBGE, hoje em 7,9%, pode passar de 10% até o fim do ano. No caso da taxa do Dieese, que se situa em 10%, pode chegar a 13%”, afirmou. 








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