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Advogada acusada de mandar matar o marido em Rondônia já está em casa
Publicado Segunda-Feira, 30 de Julho de 2012, às 10:11 | Fonte 0
http://www.ariquemesonline.com.br/noticia.asp?cod=263000&codDep=31" data-text="Advogada acusada de mandar matar o marido em Rondônia já está em casa

  
 
 

Da redação do TUDORONDONIA


A advogada Vera Lúcia Nunes de Almeida, viúva do advogado Valter Nunes de Almeida, recebeu o benefício da “prisão domiciliar”, ou seja, ela já está em casa.

Dos quatro acusados de envolvimento no assassinato do então presidente da subseção da OAB de Cacoal, Vera é a única que não está recolhida a um presídio.

O benefício da “prisão domiciliar” foi concedido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia. Mas a decisão do TJ não consta do sistema de acompanhamento processual no site do Tribunal.

O último despacho no processo de Vera Lúcia que pode ser lido no sistema de acompanhamento processual do Tribunal de Justiça data do dia 12 de janeiro, quando o processo foi recebido pelo gabinete da atual relatora, desembargadora Ivanira Feitosa Borges. O processo não corre em segredo de justiça.

No dia 11, o TJ recebeu o processo , com parecer, da Procuradoria Geral de Justiça.
A procuradora Rita Maria Lima Moncks opinou pela não concessão de habeas corpus à Vera Lúcia, que é acusada de mandar matar o marido, trama que teria sido arquitetada com um suposto amante, o comerciante de calçados Sóstenes Alencar Ferreira, casado, evangélico, morador da cidade de Cacoal, que está recolhido a um presídio em Pimenta Bueno.

Influente na sociedade rondoniense (ela tem em sua carteira de clientes, entre outros, a Faculdade São Lucas), Vera Lúcia é a única dos quatro acusados de participação na morte do advogado que não está recolhida a um presídio.Seus advogados teriam convencido o TJ-Rondônia de que Vera Lúcia está gravemente doente, daí o benefício da “prisão domiciliar”. Eles  apresentaram laudo médico onde consta que a advogada teria câncer.

Entre os advogados de Vera Lúcia está o ex-procurador geral de Justiça de Rondônia, José Viana, e a mulher de um promotor de justiça.

Enquanto isso, permanecem presos em Cacoal o vidraceiro Cássio de Jesus Claros, de 27 anos, e o pintor de paredes Jonas de Freitas, de 29 anos, acusados de executarem o advogado em março de 2007 a mando de Vera Lúcia e do suposto amante Sóstenes Alencar.








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