Rondônia, - 09:25
Últimas Política Amazônia Saúde Agronegócios Capital Interior
Tecnologia Religião Artigos Fotojornalismo Nacional Anuncie Fale Conosco

 

 








Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Você está no caderno - Geral
JORNALISTA ABRE A "CAIXA PRETA" E CONTARÁ A HISTÓRIA DA IMPRENSA RONDONIENSE EM LIVRO
Publicado Segunda-Feira, 30 de Julho de 2012, às 10:01 | Fonte CIRO PINHEIRO 0
http://www.ariquemesonline.com.br/noticia.asp?cod=257883&codDep=31" data-text="JORNALISTA ABRE A "CAIXA PRETA" E CONTARÁ A HISTÓRIA DA IMPRENSA RONDONIENSE EM LIVRO
  
 
 

 
A imprensa de Rondônia, pela primeira vez, terá sua história contada, com detalhes, em um livro. Com coisas que pouca gente conhece. Lúcio Albuquerque resolveu lançar “Da Caixa Francesa a Internet”, que sai nos 100 anos da imprensa de Rondônia, depois de muita pesquisa, depoimentos, de muita conversa com gente como Euro Tourinho, João Tavares, Nelson Townes, Yeda Borzacov, Antônio Queiroz e com muitos outros que nem estão mais entre os viventes, como Vinicius Danin, Ivan Marrocos, Vitor Hugo, Paulinho Correia, Dionísio Xavier e Esron Menezes, entre tantos que deixaram saudade. A maioria das pessoas não sabe o que foi a “caixa francesa”, que ele colocou no título do livro. A “caixa francesa” que era chamada, também, galé ou componidor, é o início de tudo, aqui. Era uma caixa de madeira ou metálica usada pelos tipógrafos (o caixista), para arrumação dos tipos manuais (as letras), na composição dos textos, das matérias dos redatores do jornal. O livro do Lúcio, que terá, também, muitas fotos históricas, será uma viagem no tempo, quando nós, da imprensa, convivíamos, diariamente, com palavras que já não se usam, como “catatau” (volume exagerado de matérias), “cícero” (medida tipográfica), “caixa alta” (maiúsculas), “bater prova”, “barrigada”, “clichê” (reprodução de fotografias em chapa metálica), “compositor” (o tipógrafo que podia não entender nada de letra de música, mas cuidava, bem, da composição dos textos), “bigode” (linha que servia para enfeitar, na diagramação). “Empastelar” era misturar os tipos (no governo militar falavam muito em empastelamento de jornais). Era quando as letras eram misturadas e o jornal não podia ser feito. “Letras garrafais” (grandes), “prelo” e outras, algumas ainda usadas pelos mais velhos, como o diretor Euro Tourinho, que não perdeu o costume de falar clichê (fotos), garrafais e outras palavras já em desuso. Pois é: o Lucio, bom pesquisador, está com seu livro quase pronto. Com certeza será de grande utilidade, muito especialmente estudantes e para todos nós que fazemos a Imprensa de Rondônia. A maioria não sabe nada sobre  origens, o começo da nossa Imprensa. Ele quer organizar uma semana comemorativa dos 100 anos da imprensa de Rondônia, no comecinho de julho, culminando com o lançamento do livro. Eu já estou ansioso para ler mais essa produção do Lúcio.  

 
 
Veja também em Geral


EM RONDÔNIA: MAIS UMA GREVE DA EDUCAÇÃO NO GOVERNO CASSOL
Rondônia: Trabalhadores em educação decidem entrar em greve...


FUTEBOL EM RONDÔNIA: Escalados árbitros para a rodada deste final de semana
...


Caso Bruno: peritos encontram vestígios de sangue no carro do goleiro
...


Incra visita área para reassentamento das famílias do PA Joana D?Arc
...

 

      





2016 - ARIQUEMES ONLINE - Informação Sem fronteiras

© 2014 - 2017 • Ernesto & Eugenio Comunicação
jornal@emrondonia.com
redacao@ariquemesonline.com.br
(69) 9 9201-1314 (WhatsApp) - 9 9967-8787 (Oi)
Porto Velho - Rondônia - Brasil

Livre a reprodução, transmissão por broadcast, ou redistribuição dos conteúdos. Pede-se a citação do crédito.
ATENÇÃO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do EMRONDONIA.COM. Comentários ofensivos, que violem a lei ou o direito de terceiros, serão vetados pelo moderador.










 
 
 
  EMRONDONIA.COM