Pátria Educadora... de defuntos: MEC pagou bolsa para 47 mortos
Um mês após a revelação de que o Ministério da Pesca pagou o bolsa-pesca até para mortos, uma auditoria da Controladoria-Geral da União aponta que o MEC pagou bolsa do Programa Universidade para Todos para pessoas que já haviam batido as botas também.
Publicado Terça-Feira, 26 de Maio de 2015, às 11:27 | Blog Felipe Moura Brasil

 

Dilma apresenta o projeto a uma plateia viva

Dilma apresenta o projeto a uma plateia viva

Festa no cemitério. O bolsa-defunto está em alta no desgoverno de Dilma Rousseff.
 
Um mês após a revelação de que o Ministério da Pesca pagou o bolsa-pesca até para mortos, uma auditoria da Controladoria-Geral da União aponta que o MEC pagou bolsa do Programa Universidade para Todos para pessoas que já haviam batido as botas também.
 
Segundo a CGU, 47 mortos apareciam como “em utilização-Bolsista Matriculado” no sistema falho do Prouni, que concede bolsas de 50% ou 100% em faculdades particulares supostamente a estudantes de baixa renda.
 
O mais grave, segundo o UOL, é que uma delas morreu antes mesmo de se tornar bolsista.
 
Mas tem mais. Também recebiam bolsa:
 
- 4.421 alunos cuja renda per capita não atende aos critérios do programa (ou seja: o PT também pagou bolsa para alunos de alta renda, embora não haja informação de que o Lulinha estava matriculado);
 
- 58 alunos não brasileiros e não naturalizados, o que é proibido pelas regras do Prouni;
 
- 5 alunos que já haviam concluído o curso.
 
Outras irregularidades também foram encontradas, tais como:
 
- 402 casos de CPFs com divergência de titularidade;
 
- 15% dos analisados sem pelo menos um dos documentos que comprovam a elegibilidade para recebimento da bolsa.
 
Mas nada se compara com a Pátria Educadora de defuntos, vulgo Cemitério da Educação.
 
Quando Dilma Rousseff sancionou a lei do feminicídio, a minha ilustríssima personagem Gilma Rou7 explicou assim a coisa para as mulheres:
 
“Isso quer dizer o quê?
 
Quer dizer que, enquanto ocês vivem, eu garanto a ocês inflação em alta, aumento de impostos, luz e gasolina caras, índice elevado de desemprego, queda do PIB, nenhuma credibilidade internacional, perda de confiança de investidores e consumidores, além de interromper a programação de domingo na TV chamando ocês de ‘minhas iguais’.
 
Maaaaaaaaaaaaaaaaasssss…
 
…se alguém matar ocês, ah, aí ocês podem ficar tranquilas. Ocês não se preocupem.
 
Eu man-do in-ves-ti-gar. Eu mando prender o assassino d’ocês por crime hediondo. Nem 10% dos homicídios no Brasil são solucionados, mas eu garanto que o de ocês vai sê, porque eu não admito o… como é mesmo?… femi… fenimi… femini… feminicídio! Isso.
 
(…) Então ocês deixam comigo. Depois da morte d’ocês, eu cuido de tudo, tá bão? (…)”
 
Agora, a Gilma poderia até acrescentar:
 

“Dou até bolsa. Ocês escolhe a marca: tem Vitor Hugo, Gucci, Prada, Fendi, Marc Jacobs, Prouni… “