ESPÍRITO SANTO: DIPLOMATA ESPANHOL MATA BRASILEIRA COM CINCO FACADAS
Para o diplomata espanhol Jesús Figón Leo, no entanto, o limite desse comportamento é a traição conjugal.
Publicado Sábado, 16 de Maio de 2015, às 18:19 | VEJA ONLINE - Antonio Carlos Prado e Elaine Ortiz

 

Diplomatas são fleumáticos por temperamento ou treinamento no exercício da função que exige serenidade e comedimento. Para o diplomata espanhol Jesús Figón Leo, no entanto, o limite desse comportamento é a traição conjugal. Casado com a brasileira Rosemary Lopes, na terça-feira 12 ele a matou com cinco facadas no apartamento em que moravam no Espírito Santo – e o motivo, segundo a sua versão, foi o adultério, explicação que em nada justifica um homicídio. Rosemary estaria mantendo um relacionamento fora do casamento nos últimos dois anos. Ele se apresentou à Justiça logo após o crime, mas responderá ao processo, aqui no Brasil, em liberdade. “Amava, amo e amarei a minha esposa. Eu morri também”, declarou Figón. A frase de efeito não o isenta da culpa pelo assassinato nem traz Rosemary de volta à vida.