Prefeito de Ariqueme é preso suspeito de embriaguez ao volante
O prefeito conduzia uma caminhonete e foi parado em uma blitz de Lei Seca realizada pela Polícia Militar na Rua Aracaju, Setor 3.
Publicado Segunda-Feira, 11 de Maio de 2015, às 11:46 | G1-RO

 

Ariquemes Online

Crédito da imagem: Rondoniagora

 

O prefeito de Ariquemes (RO), Lorival Amorim (PMN), de 58 anos, foi preso na noite de domingo (10) por embriaguez ao volante. O político conduzia uma caminhonete e foi parado em uma blitz de Lei Seca realizada pela Polícia Militar na Rua Aracaju, Setor 3. O teste do bafômetro realizado constatou 0,35 miligramas por litro de ar expelido. Amorim pagou fiança de dois salários mínimos e foi liberado.
 
De acordo com a PM, ao ser parado, o prefeito aceitou fazer o teste do bafômetro. Como o resultado apontou para crime de trânsito, Lorival pediu a realização de um segundo exame, que também constatou a presença de álcool. O político pediu um terceiro teste, que foi negado pelos militares.
 
O prefeito foi levado para a Delegacia de Polícia Civil no banco de trás de uma viatura da PM.  Além da fiança, Amorim teve a carteira de habilitação apreendida. Mais três pessoas foram presas por embriaguez ao volante durante a operação. Os condutores também pagaram fiança e foram liberados.
 
 
O G1 tentou contato com Lorival, mas ele não foi encontrado para falar sobre o assunto. A assessoria da prefeitura informou que não vai se pronunciar a respeito do caso.
 
Lei Seca
 
As regras da Lei Seca consideram ato criminal quando o motorista é flagrado dirigindo com índice de álcool no sangue superior ao permitido pelo Código Brasileiro de Trânsito: 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido ou seis decigramas por litro de sangue.
 
Nesse caso, a pena é de detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão temporária da carteira de motorista ou proibição permanente de obter a habilitação.

Condutores autuados por esse tipo de infração pagam R$ 1.915,40 de multa,  perdem sete pontos na carteira e têm a CNH apreendida. O valor é dobrado caso o motorista tenha cometido a mesma infração nos 12 meses anteriores.