EM RONDÔNIA: TRABALHADORES DA TERCEIRIZADA SÃO TRATADOS COMO BANDIDOS
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Publicado Segunda-Feira, 30 de Julho de 2012, às 14:10 | ASSESSORIA

 

A Your browser may not support display of this image. , empresa que se orgulha de ser genuinamente nacional, continua a fazer vítimas do desemprego, demitindo ou mandando demitir os trabalhadores que prestam serviços para ela. Em Rondônia deu-se início a um verdadeiro desmonte do sistema de Telefonia FIXA, a precarização chegou sem dó nem piedade.

     O consumidor que depende desse serviço está desamparado e sem saber a quem recorrer, pois com a política desastrosa da Your browser may not support display of this image. de diminuir os números de técnicos das localidades, e efetuar manutenção apenas uma vez por semana, quando esses profissionais deslocam-se, por vezes para quatro localidades, para fazer instalações e retirada de defeitos. O Consumidor corre o risco de passar até 8 dias ou mais com seu equipamento parado caso o técnico tenha de demorar uns dias em determinada cidade. Para os que não acreditavam, o caos chegou, e se nada for feito, se a sociedade através de seus representantes, associações de bairro, Sindicatos, poder executivo, Ministério Público e imprensa não se mobilizarem será com certeza o fim.

     A Telemont, Empresa que presta serviços à Your browser may not support display of this image. , continua a sua devassa a mando daquela que deveria oferecer serviços de boa qualidade, atendendo ao seus consumidores com agilidade e qualidade, ao contrário está desrespeitando os trabalhadores e a sociedade, seja pelas demissões no calar da noite, seja pelas ameaças aos que estão ficando. Se antes já havia um clamor por mais contratações, visto que os trabalhadores estavam sobrecarregados e os clientes pediam mais agilidade e satisfação nos serviços, imaginem agora que tem de se desdobrarem para atender a várias cidades e bairros simultaneamente. Caso os trabalhadores NÃO consigam efetuarem os serviços no tempo estipulado, são ameaçados e agredidos verbalmente.

     O clima não é dos melhores, pois os trabalhadores estão submetidos à jornada de trabalho abusiva, fazem horas-extras diariamente, ficam de sobreaviso e não conseguem compensar o banco de horas. Além das ameaças verbais e do ASSEDIO MORAL cotidiano, agora são tratados como delinqüentes, ladrões. A Empresa está distribuindo advertências por escrito, pois alega que falta material de uso diário em seu estoque, como fio FE, e a culpa é dos trabalhadores. Tacitamente acusam dolo e não apresentam prova material.

     - Isso é calúnia, é assédio moral! o Sinttel vai à Justiça pedir reparação se for preciso.

     O Sindicato vem conversando com os encarregados da Empresa solicitando que sejam cessadas as ameaças e o assedio moral, bem como fazendo denuncias aos órgãos competentes.