Governo do Estado reforça unidades do Corpo de Bombeiros e licita caminhão magirus
Publicado Segunda-Feira, 30 de Julho de 2012, às 17:30 | ASSESSORIA

 

A entrega de mais equipamentos de proteção individual e sete caminhões de combate a incêndio, avaliados em R$ 2,8 milhões, como compensação da usina hidrelétrica de Santo Antônio, supriu a necessidade do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia, principalmente nas nove unidades instaladas no interior do Estado, que poderão realizar manutenção ou substituição dos veículos antigos. Foi o que garantiu o coronel Farias, chefe de Comunicação da instituição, observando que a quantidade atendeu às expectativas porque o Governo do Estado já havia iniciado, com recursos próprios, o processo de renovação da frota e equipamentos, começando pelas unidades de Guajará-Mirim, Rolim de Moura e Jaru. 

O coronel lembrou que um dos sete veículos e equipamentos já foram entregues pelo governador Ivo Cassol, no último final de semana, à unidade de Ariquemes, restando agora as de Ji-Paraná, Cacoal, Vilhena, Pimenta Bueno, Ouro Preto do Oeste e Porto Velho para serem entregues. 

Ainda conforme o coronel Farias, está sendo aguardada para os próximos meses a chegada do caminhão com escada Magirus, que está em processo de licitação para atender principalmente à unidade da Capital, tendo em vista o acentuado crescimento vertical da cidade. A escada, dotada de alta tecnologia, possibilita o salvamento de até cinco pessoas ou 540 quilos, em prédios de até 22 andares, em no máximo dois minutos. 

Outro fato que tende a dar continuidade à melhoria do atendimento no Estado, citado pelo coronel, é a formação de mais 150 bombeiros, que se somarão aos 450 em atuação no Estado. 

Durante a entrega do veículo em Ariquemes, o governador, que estava acompanhado do vice, João Cahulla, destacou a potencialidade de Rondônia para gerar a energia necessária ao Brasil e reforçou a cobrança por mais incentivos federais e recursos como compensação ambiental por parte das empresas construtoras considerando a grandiosidade das obras para todo o País e os efeitos que recairão sobre o Estado, em especial a Capital, após a concretização dos empreendimentos, quando pelo menos 100 mil pessoas deverão ficar desempregadas. Cassol entende que com os incentivos federais, empresas de outros segmentos serão atraídas para Rondônia e com isso abrirão mercado para parte da mão de obra que enfrentará a “ressaca” pós-construção das usinas. “Uma

nova legislação tributária também é de fundamental importância para que parte do imposto da energia gerada pelas usinas do rio Madeira fiquem em Rondônia”, argumentou o governador.