ATENDIMENTO CAÓTICO DO BANCO DO BRASIL
Publicado Segunda-Feira, 30 de Julho de 2012, às 21:21 | EMRONDONIA.COM.BR

 

A Central Única dos Trabalhadores – CUT está em plena campanha, defendendo ardorosamente a criação da Superintendência do Banco do Brasil em Rondônia. A CUT talvez esteja mais preocupada em guindar alguns companheiros a cargos no novo organismo e se esquece como o coitado do usuário vem sendo tratado nas agências do Banco do Brasil.

Quem utiliza as famigeradas agências do BB, tem que suportar de tudo. Alguns seguranças mal preparados, o calor, a falta de banheiro, poucos bancos, funcionários despreparados, e a demora no atendimento. Um verdadeiro teste de resistência. O banco tem muitos funcionários, mas o número de caixas é reduzido, e não adianta reclamar para os despreparados gerentes ou ligar para o serviço de atendimento nacional, que não passa de um verdadeiro faz de conta.

A situação do Banco do Brasil em Rondônia se equipara a um hospital com 300 datilógrafos e apenas um médico. Constantemente verificam-se problemas. São usuários revoltados com a demora no atendimento.  Mas nada adianta continua um caixa para o grande público e um caixa para atender os idosos. Além disso, ainda tem funcionário que desrespeitando quem está na fila, faz saques às escondidas, para atender amigos e outros bacanas, que ignoram quem foi pra fila. Na maior cara de pau o desrespeito acontece. É também observável o grande número de caixas desviados de função.

Além da enorme demora no atendimento, o usuário ainda tem que agüentar o mal humor dos caixas. Um caixa já mandou todos os usuários calarem a boca na agência da Avenida Nações Unidas, a mesma que na semana passada um funcionário partiu para a porrada contra um cliente. Apesar de completamente errado ainda ameaçou chamar a polícia.

Antes então de criar a tal Superintendência, é aconselhável acabar com a porcaria de atendimento ao público, respeito para quem está na filar, agilidade no atendimento com o aumento do número de caixas, o fim dos saques clandestinos para "bacanas", instalar banheiros, e orientar melhor os tais seguranças.

 

 

GOLPE DAS PROPAGANDAS: Esperteza de mais, freguês de menos

Uma grande concessionária de veículos vem se utilizando de um mecanismo que se constitui numa grande arapuca para os usuários. Acontece que ao longo dos tempos, o feitiço pode virar contra o feiticeiro. Pois bem: Esta concessionária vem anunciando a venda de carros com até 60 meses para pagar, primeira parcela em 30 e até 100 dias, e ainda sem entrada.

Para quem deseja adquirir um carro zero quilômetro, a propaganda desperta a atenção. Mas tudo não passa de um golpe rasteiro. Ao escolher o carro, a vítima é surpreendida com as exigências da concessionária. Para adquirir o tal veículo conforme anunciado na propaganda, o pretendente deverá ter um salário de deputado federal ou um desembargador, além de outras exigências absurdas. Só falta pedir para um Santo ser o avalista do comprador.

Como a maioria esmagadora do povo brasileiro vive de baixos salários, acaba se submetendo então ao Plano G, isto é o Plano Golpista, quando empurra o mesmo carro, mas com entrada, primeira parcela para 30 dias, e os juros embutidos, etc. Esse povo pensa que todo mundo é idiota. Esperteza de mais, freguês em breve de menos. A propaganda começa a ser desacreditada.

 

 

EMPURRÓDROMO: Esperteza de mais, freguês de menos

A técnica do "Empurródromo" continua em alta em vários segmentos do comércio de Porto Velho. Antigamente tal prática estava em alta somente nas farmácias, quando o atendente devidamente orientado, tratava de empurrar máximo de remédios para o cliente.

Agora os espertalhões do comércio se diversificaram. Um simples alinhamento de pneus do carro pode ser o pretexto para a armadilha dos profissionais do "Empurródromo", que na maior cara de pau, logo condenam todos os pneus, e tratam de incrementar com novos e novos problemas.

Tal prática vinha sendo adotada de forma escancarada por diversas concessionárias de veículos em todo o Estado. Com o tempo, o cliente foi analisando os fatos. O golpe acontecia por ocasião das tais revisões programadas. Nesta ocasião o "festival" de empurra peças e defeitos aconteciam livremente. Além dos itens programados para a revisão, o proprietário acabava, diante das ameaças de colocar seu veículo em risco, bancando outros gastos. Com o tempo este cliente, foi se afastando e terminado o prazo de garantia, procurando outras empresas do ramo.

As concessionárias de veículos perceberam então que estavam perdendo cliente. Só comparecia àqueles obrigados, e que possuíam veículo dentro do prazo de garantia. Algumas começam a mudar. Mas recuperar o prejuízo ainda vai levar tempo, até o cliente volta a confiar nestas empresas.

Mas infelizmente algumas empresas do ramo de veículos insistem na velha mania da esperteza, do ganho fácil, de ganhar a qualquer custo e de qualquer jeito. Agora o golpe acontece por ocasião das ocorrências dos acidentes de trânsito. O recepcionista coadjuvado pelo chefe de oficina, trata logo de condenar tudo, principalmente se a empresa vende estas peças. A orientação é sempre que tudo está condenado e que tudo deve ser trocado, não tem jeito. Mas nem sempre a informação é verdadeira. A malandragem continua e os responsáveis por concessionárias de veículos devem ficar atentos.

 

 

O CONFUSO PT PORTOVELHENSE

O secretário que não conseguiu colocar em funcionamento durante quatro anos a Maternidade Municipal de Porto Velho, retornar ao cargo na Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Porto Velho. A situação é preocupante. Será que não havia outro colaborador competente para o cargo e sem alternativa foi se buscar exatamente aquele tão criticado, inclusive durante a campanha eleitoral recente?

 

* Paulo Ayres: Jornalista, Radialista, Professor, Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos, e Especialista em Metodologia e Didática do Ensino Superior, Celular (69) 8116-9750 / E-mail: pauloayres@ibest.com.br