BUSH PEDE A CHINA LIBERDADE PARA SEUS CIDADÃOS
Publicado Segunda-Feira, 30 de Julho de 2012, às 21:18 | ARIQUEMES ONLINE

 

Washington, 9 ago (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pediu hoje ao Governo da China mais liberdade para seus cidadãos e respeito aos direitos humanos, para que o país "possa alcançar todo seu potencial".


Em seu discurso semanal, realizado desta vez em Pequim, para onde viajou a fim de assistir à abertura dos Jogos Olímpicos, Bush disse que, durante sua estadia no país asiático, transmitirá às autoridades chinesas as preocupações dos EUA sobre o respeito à liberdade e aos direitos humanos.


Precisamente, sobre a liberdade religiosa, afirmou que esta viagem reafirmou sua crença de que "os homens e mulheres que veneram seu Deus não são nenhuma ameaça" para o futuro do país, mas "são o povo que fará da China uma grande nação no século XXI".


Bush afirmou que a relação dos Estados Unidos com a China é um elemento fundamental em sua estratégia geral para a região.


O presidente americano ressaltou que, durante seus oito anos de mandato, os EUA tentaram estreitar as relações bilaterais e, entre as conquistas alcançadas, destacou a cooperação para combater doenças pandêmicas e a oposição de ambos os países ao programa nuclear da Coréia do Norte.


No entanto, ressaltou que o Governo americano deixou claro que, para estreitar esta relação, é necessário que o Executivo chinês dê mais liberdade a seus cidadãos, já que "é a única forma de que a China possa alcançar todo seu potencial".


"Os jovens que crescem com liberdade em uma área de suas vidas eventualmente exigirão liberdade em outras áreas", disse Bush, que disse ser otimista sobre as perspectivas de futuro da China.


"A China do futuro refletirá sua própria cultura e tradições, mas também refletirá as aspirações universais da humanidade, e não há desejo humano mais profundo que o da liberdade", disse.


Bush destacou as mudanças sofridas pelo país desde a primeira vez que visitou a China, há 30 anos, quando "a pobreza estava por todas as partes e as ruas estavam cheias de bicicletas", disse.


Pelo contrário, disse que a China que encontrou agora "está entrando rapidamente na era moderna. Pequim está coberta de arranha-céus e cheia de automóveis, e o povo chinês tem mais conexões com o mundo, como nunca antes em sua história".


Estas mudanças, disse, "oferecem grandes oportunidades ao povo chinês, ao povo americano e ao mundo inteiro". EFE